Resenha do Livro O milagre – Nicholas Sparks

o milagre

Este foi o sétimo livro do autor que li e sempre gostei muito dos romances, apesar de normalmente ter sentido uma raivinha das protagonistas em grande parte deles. Assisti a alguns filmes também e sempre foram histórias bonitas de amor. Os li em 2012 e 2013 e não sei precisar se foi a minha mudança neste período de tempo, mas em 2016, lendo O Milagre, não gostei. Fui pesquisar as opiniões alheias e descobri que não era somente eu que não havia curtido, então acho que existe uma parcela da questão que seja em cima do autor também. Acredito que daqui um tempo queira ler outro romance dele para verificar se é a obra ou o meu gosto que mudou. O que contribuiu para que eu levasse nove dias para lê-lo foi além de ser em terceira pessoa, o que não é meu estilo preferido, pois acredito que nos afasta da história, o começo do livro é muito lento, não prende a atenção e fica razoavelmente bom a partir da página 120 e ainda sim até o fim deixa a desejar. A história em si, o enredo, poderia ser bom, mas se torna tolo e o desfecho, achei previsível e frívolo demais. Sparks utiliza-se de uma descrição das coisas tão detalhadamente que chega a cansar e a vontade de pular as linhas esteve comigo em vários momentos, mas me segurei e fui firme haha.

Acredito que não seja o mais correto estar criticando o livro, pois me foi emprestado por uma amiga querida, mas não seria ético não fazê-lo. Espero que ela não se importe e continue a me emprestar novas histórias. Obrigada 😉

Meu resumo:

Jeremy Marsh, jornalista investigativo vive em Nova York, sozinho e é divorciado há tempo suficiente para ter se acostumado a isso. Escreve para uma revista e faz freelance para aumentar seus ganhos. Recebe uma carta de Doris sobre efeitos sobrenaturais em um cemitério em uma cidadezinha chamada Bonne Creek e parte para lá em buscar de desvendar esse mistério. Totalmente cético, chega à cidade com o único objetivo de resolver rapidamente a questão. Porém com o passar do tempo, começa a conhecer o lugar, as pessoas, as histórias, a biblioteca da cidade e Lexie, uma mulher de aparência forte, independente e inteligente que o ajuda nas pesquisas. Porém as feridas de ambos fazem com que tenham medo de avançar no relacionamento. Ela, que já foi abandonada por alguém que não queria viver na cidadezinha e ele que foi abandonado pela esposa por questões delicadas (não darei spoilers), tentam manter o meio termo entre amizade e amor. Através da pesquisa para desvendar o mistério do cemitério, eles se aproximam aos poucos e de forma verdadeira.

Volto em breve 🙂

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