Resenha de Livros: Gelo Negro – Becca Fitzpatrick.

20170123_192935

Intrínseca – 2015 – Ficção americana – 304 páginas – Nota 5♥.

Bom dia, leitores.

Motivo da compra: Encontrei inúmeros blogs literários que escreveram positivamente sobre este livro e fiquei bastante interessada, além de uma boa pontuação no Skoob. Por isso quando ocorreu uma promoção na Black Friday e ele estava custando menos de dez reais, eu comprei.

Referências: Foi minha primeira leitura dessa autora, embora soubesse que ela já era bastante conhecida por outros livros anteriores, tornando uma leitura despretensiosa, o que é ótimo, porque quanto menor a expectativa, mais fácil de ter uma boa surpresa. Sabia tratar-se de um livro de mistério, voltado para o suspense ou terror.

Capa: Capa preta com escrita na cor gelo e um desenho simples simulando uma floresta escura, sendo bastante revelador, além do detalhe da cor Pink no casaco da menina desenhada me agradaram.

Formato do livro: Volume fino, com altura e largura medianas, além das margens e fonte da escrita médias tornaram a leitura rápida.

Escrita: Narrado em primeira pessoa, através do ponto de vista da protagonista fez com que eu me identificasse e criei forte empatia por ela logo de início. Ao total de quarenta e um capítulos curtos facilitando a dinâmica da escrita.

História: A protagonista Britt, após sofrer uma desilusão amorosa quando o namorado após ir para a faculdade, termina com ela, decide passar as férias ao lado da melhor amiga nas montanhas, conhecida como Cordilheira Teton, fazendo trilhas e desfrutando da casa da família da amiga que também é irmã de seu ex. Acostumada à proteção de seu pai, irmão e ex namorado decide provar a todos que pode se cuidar sozinha e para isso se prepara para a aventura que planeja na neve. Porém antes de chegarem ao destino, uma forte nevasca as força a parar o carro no meio da estrada e procurar abrigo. Quando finalmente encontram uma cabana onde dois amigos aparentemente residem, elas decidem passar a noite no local para no dia seguinte seguirem viagem. Porém este desvio acaba mudando a vida de ambas.

Personagens principais: A história gira em torno de Britt e Mason (o desconhecido). Em como a relação deles acontece, em seus dilemas e confusões, além do leitor ter que decifrar o que é real e verdadeiro.

Secundários: Parece estranho, mas a história não tem muitos personagens além de Korbie (amiga de Britt), Calvin (ex-namorado), Shaun (parceiro de Mason), Sr. Vesteeg (pai de Calvin e Korbie) e três mulheres mencionadas que foram mortas na Cordilheira por motivos que são desvendados durante a história, mas que são suficientes para o enredo ser repleto de enigmas e manter o leitor concentrado em descobrir mais sobre cada um desses personagens.

Observações: Apesar de todo o suspense envolvendo a história real de Mason, eu logo de início descobri por intuição e também pelas pistas da autora de qual seria a verdade em toda a trama e os motivos que levaram os personagens às suas ações. Portanto o fator surpresa não existiu para mim, mas ainda sim, fiquei bastante satisfeita em como a verdadeira história aconteceu e gostei bastante do final, embora tenha ficado com uma dúvida que não foi sanada que se refere a como Britt lidará com sua família e amigos ao revelar a história de como conheceu o protagonista. O livro traz questões importantes como amor, amizade, Síndrome de Estocolmo e amadurecimento. O quanto conhecemos de nós mesmos e principalmente dos outros de fato. O quanto se pode ser forte e independente se for preciso e que gêneros não determinam isso.

Recomendo?: Sim, bastante.

Sinopse oficial: Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança. Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores para fora das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um homem se mostra mais um aliado do que um inimigo, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta.

Beijos e até logo.

Anúncios

Seriados: Stranger Things– 1° temporada – 2016.

Bom dia, lindos.

Vocês vão ver por aqui bastante séries ainda este mês e o próximo porque estou focada neles no momento. Esta foi a segunda série na Netflix que assisti e fiquei apaixonada.

Assim como eu venho fazendo com as resenhas dos livros, os resumos dos seriados seguirão uma ordem também, pois acredito que fica mais fácil para que eu me lembre dos fatores fundamentais. Vamos lá:

2

História: Matt e Ross Duffer criaram, dirigiram, foram responsáveis pelo roteiro e produziram junto à Shawn Levy (uau!) uma história ambientada nos anos 80, usando Hawkins em Indiana como cidade da trama que envolve o desaparecido de Will (Noah Schnapp), um menino criado pela mãe Joyce Byers (Winona Ryder) e pelo irmão Jonathan (Charlie Heaton) com um pai totalmente ausente. Enquanto todos da cidade se questionam o que pode ter acontecido ao garoto, seus três melhores amigos, Mike, Dustin e Lucas (Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin), buscam descobrir onde ele está. Pelo caminho encontram Eleven (Millie Bobby Brown), uma menina peculiar e com poderes sobrenaturais que está fugindo de tudo e todos. Ainda para ajudar nas buscas a mãe conta com a ajuda do delegado da cidade, Jim Hopper (David Harbour) que começa a investigar fatos estranhos que ocorrem na cidade, como o desaparecimento posterior de outra aluna, só que mais velha, Barbara, amiga de Nancy Wheeler (Natalia Dyer), irmã de Mike. 

Quantidade de capítulos: Oito capítulo de cinquenta e cinco minutos cada um.

Abertura: Viciante, uma tela preta onde uns retângulos vermelhos compridos cruzam-se entre os nomes dos atores em cor branca no meio da tela e aquilo hipnotiza. Simples, mas estratégico. Criação da banda Survive, a música instrumental é maravilhosa.

1
Abertura

 

Trilha sonora: Maravilhosa, desde a abertura, com uma música muito forte e envolvente e durante a série, nos momentos aflitivos e de emoção temos The Clash, Joy Divison e New Order, entre outros. Bastante nostálgico, por tratar-se de músicas da década de 1980.

Imagem: O projeto de filmagem nos mostra imagens estilo anos 80 mesmo e você se sente naquela época. Usando muitos instrumentos como objetos e cenários para que acreditemos nisso.

Cenas: Todas as cenas são bem amarradas e os cortes são no tempo certo, criando uma interação entre a história e quem assiste. Efeitos especiais remetendo a acontecimentos sobrenaturais, jogando com questões espirituais também são bem reais. Além da pureza que nos traz visualizar uma cidade a princípio pacata, com seus moradores andando de bicicleta e no decorrer da história um aperto no estômago que nos acompanha nas cenas de suspense, que entregam o que prometem, muito mistério. 

3
Lucas, Dustin, Mike (ao fundo) e Eleven

 

Personagens principais: Temos três grupos de personagens principais, sendo o primeiro o grupo dos três garotos juntamente com Eleven, o segundo sendo Joyce e Jim (que poderia formar um casal que eu não me importaria, pois adorei a dinâmica dos dois juntos) e o terceiro sendo Nancy e Jonathan (que soarei repetitiva, mas que gostaria que ficassem juntos e há enorme chances de isto acontecer na segunda temporada). Todos esses oito personagens são cativantes e me fascinaram. Quedinha especial por Eleven que traz todo o mistério da trama ao compor uma menina tão forte e frágil ao mesmo tempo, Mike que pode ser considerado o mocinho da trama, Dustin que traz a leveza de um personagem com tiras cômicas que me fizeram rir, Jim que traz um passado revelado ao longo da história e que com isso sua personalidade é desvendada e Jonathan que traz uma rebeldia boa, aquele típico adolescente que não se encaixa nos padrões e tido como alguém anormal, mas que se mostra um cara correto (apesar de que fotografar moças sem permissão me deixou incomodada). Winona também está maravilhosa no papel.

5
Jim e Joyce

 

Secundários: Temos os pais de Mike, o departamento de policia e os funcionários do laboratório, além dos amigos do namorado da Nancy que não acrescentam muito à história e são superficiais. Também vemos, além de todo o enredo apresentado, ainda somos remetidos à questões próprias da época, como o bulliyng praticado no colégio dos garotos (eles sendo os excluídos) e os romances juvenis como acontece com Nancy e Steve (que desgostei todo o tempo até o final).

4
Jonathan, Nancy e Steve

 

Referências: A trama se intensifica quando é mostrado que o Dr. Martin Brenner (Matthew Modine) é diretor de um laboratório de experimentos humanos, onde crianças são testadas, sendo mantidas em cativeiro e dadas como mortas pela polícia. Isso envolve uma rede de conspiração entre policiais, agentes do governo e médicos. Ainda lidamos com o fato de um monstro criado através de experimentos estar fora de controle e tentando matar pessoas da cidade.

Gêneros: Mistério, Drama, Suspense, Fantasia, Terror e Sci-fi. Utiliza várias referências bastante conhecidas por nós através de filmes clássicos.

Ganchos: Ótimos e enquanto não acabou a temporada não fiquei satisfeita. Pois a cada fim de capítulo eu precisava entender e descobrir o que tinha acontecido com Will, com a Eleven, assim como saber como as crianças ficariam e como Jonathan terminaria.

Final: Promissor, deixando muitas questões em aberto para a próxima temporada.

Recomendo?: Sim,muito.

Beijos e até breve.

Resenha de Livros: Objetos cortantes – Gillian Flynn.

20170118_225202

Intrínseca – 2015 – Romance americano – 256 páginas – Nota 4♥♥♥♥.

Bom dia, leitores.

Motivo da compra: Nunca tinha lido nada da autora e nem assisti o filme baseado em seu livro – Garota exemplar – e tinha interesse em conhecer o seu trabalho por muito ouvir falar bem das histórias. Após pesquisar seus títulos, este livro era o de melhor preço e por isso o comprei.

Referências: Trata-se do primeiro livro publicado por ela, portanto pode ser que não seja o melhor, provavelmente. Eu não sabia nada sobre a história contada e o fiz intencionalmente, sabia apenas tratar-se de uma autora voltada para livros de terror, suspense e thriller. E que o livro era bom pela sua nota no Skoob.

Capa: Simples e forte. Fundo todo preto e com letras azuis, além de traços e riscos simulando cortes.

Formato do livro: Volume de páginas médio, com letras e margens medianas, a leitura se tornou rápida por ser empolgante.

Escrita: Ele é escrito em primeira pessoa, pelo ponto de vista da protagonista, Camille. O livro é muito bem escrito e prende o leitor à história, tanto que o li muito fácil, pois não queria largá-lo. Diálogos e texto descritivo se misturam muito bem, sendo uma leitura envolvente.

História: Camille, nossa protagonista, é repórter e mora em Chicago, tem grande amizade com seu chefe Curry que por isso a designa a retornar a sua cidade natal para apurar um caso de desaparecimento recente, acreditando que isto fosse bom para ela profissionalmente, uma vez que ela acaba de voltar de um período de afastamento, pois estava internada por motivos psiquiátricos. Mesmo tomada de receio em fazer tal viagem ela parte para a casa da família, pois sua situação financeira não lhe deixa escolhas. Camille é uma mulher determinada, mas cheia de conflitos internos gravíssimos, tendência ao alcoolismo e machucar a si mesma. O relacionamento com a mãe e a meia- irmã nunca foi bom e ela sabe que precisa de coragem para enfrentar a situação. Começa a investigar o desaparecimento de uma menina de dez anos e o assassinato de uma de nove anos há um ano atrás que todos acreditam estar interligados. A cidade parece não querer falar do assunto e conforme ela vai se aventurando e se arriscando, vai descobrindo fatos e histórias macabras. Concentrando-se no gênero policial e mistério e com pouco espaço para terror. Camille além de tudo luta contra o luto pela falecida irmã ainda quando criança, que contribui para a família disfuncional. Sobre o final do livro, foi só o que deixou a desejar. Bastante previsível.

Personagens: Alguns personagens secundários são aprofundados, como a mãe Adora e a irmã Amma de Camille, apenas. Todos os outros personagens são rasos e não consegui me cativar realmente, apesar de não desgostar do policial forasteiro que investiga os crimes, do irmão de uma das vítimas e possível suspeito e do padrasto de Camille que são personagens importantes para entender a trama, mas que me deram a sensação de que ninguém é normal ou são.

Observações: Soube esta semana que o livro irá virar série televisiva e já estou empolgada para assistir. Serão oito episódios produzidos pela HBO com a atriz Amy Adams (do filme Casa Comigo, que já comentei aqui no blog) no papel de Camille e a autora do livro participará de alguns roteiros.

1
Amy Adams

Recomendo?: Sim. Gostei bastante, apesar de ficar com a impressão que o final foi muito corrido e poderia ser bem melhor trabalhado.

Sinopse oficial: Uma narrativa tensa e cheia de reviravoltas. Um livro viciante, assombroso e inesquecível. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto às cicatrizes sob suas roupas.

Beijos e até logo.

Janeiro/2017: Livros Desejados.

Bom dia, leitores.

Estou aqui nesta manhã para mostrar a vocês os livros que estou desejando comprar e conseguir ler em breve. Este é um post sempre complicado e extenso, pois minha lista vem aumentando vertiginosamente, mesmo comprando sempre. Se vocês souberem de um preço especial/ promoção, avisem nos comentários:

O advogado rebelde – John Grisham.

Seguindo uma onda de mistério e suspense criminal, ouvi ótimos comentários sobre este livro. Fez sucesso nos EUA, embora aqui não seja muito conhecido.

Sinopse oficial: “O advogado rebelde” apresenta um dos mais ousados protagonistas do mestre dos thrillers de tribunal John Grisham. Sebastian Rudd é “o advogado rebelde” da trama. Seu escritório é uma van blindada, seu motorista anda fortemente armado e seus clientes são pessoas das quais a maioria dos advogados prefere manter distância, como um jovem viciado acusado de participar de um culto satânico e molestar e matar duas crianças pequenas. Mas Sebastian Rudd acredita que todos merecem um julgamento justo, ainda que ele tenha que trapacear para fazer justiça. Em sua melhor forma, Grisham constrói um suspense eletrizante e não se furta a criticar o sistema judiciário e as grandes corporações neste novo romance.

Em busca de um final feliz – Katherine Boo.

A vida é uma supresa, não é mesmo? Minha vontade em ler este livro aconteceu por causa de um encarte que encontrei dentro de um dos meus livros. Pelo resumo, fiquei bastante empolgada com a história. Justamente por saber que trata-se de uma história forte e dramática.

Sinopse oficial: Através de uma forte narrativa, descobrimos como é o dia a dia dos moradores de Annawadi, uma favela à sombra do elegante Aeroporto Internacional de Mumbai, na Índia. A história de seus habitantes nos faz rir e chorar e o leitor vai se apaixonar por Sunil Sharma, o menino catador de lixo que quer ficar rico, por Manju, a moça mais bonita da favela, que quer ser professora, e até pela tresloucada Fátima, a Perna Só, que só quer um pouco de atenção.

Grandes esperanças – Charles Dickens.

Um clássico. Simplesmente preciso ler.

Sinopse oficial: A grande característica de ‘Grandes Esperanças’ é ser uma história de redenção moral do protagonista, Pip, um órfão criado rigidamente pela irmã num lar humilde e disfuncional, que, após herdar inesperadamente uma fortuna, rejeita a família e os amigos por se envergonhar da própria origem. 
No começo conhecemos o infortúnio de Pip, o narrador que vive aterrorizado pela irmã mais velha que, após a morte dos pais, o criou “com a mão de ferro”, bordão para a maneira rígida e por vezes violenta com que trata o filho de criação e também o marido, o ferreiro Joe Gargery. Sua vida começa a mudar com o inesperado convite para que passe a visitar Miss Havisham, uma mulher rica da aldeia, e seja companhia de sua filha adotiva, Estella. Pip imediatamente tem uma queda pela garota, sentimento que se transformará em amor durante a vida adulta e o conduzirá à imoralidade. A vida de Pip sofre uma reviravolta ainda maior quando, já se preparando para o ofício de ferreiro, recebe a visita de um advogado, que anuncia que o jovem é herdeiro de uma fortuna. Após abandonar a família para viver em Londres, Pip passa a desprezar a sua vida anterior, tentando tornar-se digno de se casar com Estella, que, no entanto, não se interessa por seus sentimentos. Dividido em três partes, discutindo a bondade, a culpa e o desejo, o romance originalmente foi escrito como um folhetim e publicado na revista semanal All the Year Round, entre dezembro de 1860 e agosto de 1861, tornando-se um grande sucesso. Dickens toma o cuidado de não buscar a empatia fácil com o leitor, fazendo de Pip um personagem sincero em sua imoralidade e, quando se arrepende, na busca pela redenção.

Admirável mundo novo – Aldous Huxley.

Estou bastante fã de distopias e li ótimas críticas sobre este livro, que dos quatro maiores livros do gênero este e o listado abaixo são os que ainda não li.

Sinopse oficial: Uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das antiquadas palavras “pai” e “mãe” produzem repugnância. Um mundo de pessoas programadas em laboratório, e adestradas para cumprir seu papel numa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento. Um mundo no qual a literatura, a música e o cinema só têm a função de solidificar o espírito de conformismo. Um universo que louva o avanço da técnica, a linha de montagem, a produção em série, a uniformidade, e que idolatra Henry Ford. Essa é a visão desenvolvida no clarividente romance distópico de Aldous Huxley, que ao lado de 1984, de George Orwell, constituem os exemplos mais marcantes, na esfera literária, da tematização de estados autoritários. Se o livro de Orwell criticava acidamente os governos totalitários de esquerda e de direita, o terror do stalinismo e a barbárie do nazifascismo, em Huxley o objeto é a sociedade capitalista, industrial e tecnológica, em que a racionalidade se tornou a nova religião, em que a ciência é o novo ídolo, um mundo no qual a experiência do sujeito não parece mais fazer nenhum sentido, e no qual a obra de Shakespeare adquire tons revolucionários. Entretanto, o moderno clássico de Huxley não é um mero exercício de futurismo ou de ficção científica. Trata-se, o que é mais grave, de um olhar agudo acerca das potencialidades autoritárias do próprio mundo em que vivemos.

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury.

Seguindo o mesmo motivo anterior, preciso ler.

Sinopse oficial: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia. A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes. O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Belle – Lesley Pearse.

Recentemente eu descobri que li há um bom tempo atrás o segundo livro dessa história e eu não sabia que se tratava de uma continuação, pois são momentos diferentes da protagonista. Como gostei bastante de Entre o amor e a paixão, fiquei curiosa por este.

Sinopse oficial: Londres, 1910. Belle, de 15 anos, viveu em um bordel em Seven Dials por toda sua vida, sem saber o que acontecia nos quartos do andar de cima. Mas sua inocência é estilhaçada quando vê o assassinato de uma das garotas e, depois, pega das ruas pelo assassino para ser vendida em Paris. Sem poder ser dona de seu próprio destino, Belle é forçada a cruzar o mundo até a sensual Nova Orleans onde ela atinge a maioridade e aprende a aproveitar a vida como cortesã. A saudade de casa — e o conhecimento de que seu status como garota de ouro não durará muito — a leva a sair de sua gaiola de ouro. Mas Belle percebe que escapar é mais difícil do que imaginou, pois sua vida inclui homens desesperados que imploram por sua atenção. Espirituosa e cheia de desenvoltura, ela tem uma longa e perigosa jornada pela frente. A coragem será suficiente para sustentá-la? Ela poderá voltar para sua família e amigos e encontrar uma chance para a felicidade?

Os homens que não amavam as mulheres – Stieg Larsson.

Embora este título nos remeta a auto-ajuda ou afins, se trata de uma ficção muito bem avaliada e descobri em blogs literários a existência dele.

Sinopse oficial: O motivo do sucesso reside em vários fronts. Um deles é a forma original com que Larsson engendra a trama, fazendo-a percorrer variados aspectos da vida contemporânea, da ciranda financeira feita de corrupção à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. Outro é a criação de personagens extremamente bem construídos e originais, como a jovem e genial hacker Lisbeth Salander, magérrima, com o corpo repleto de piercings e tatuagens e comportamento que beira a delinqüência. O terceiro é a maestria em conduzir a narrativa, repleta de suspense da primeira à última página.
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou. Quase quarenta anos depois, o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger, e que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois…. até um momento presente, desconfortavelmente presente.’

Dois garotos se beijando – David Levithan.

Preciso conhecer alguma obra deste autor tão conhecido e optei por este por ter melhor pontuação no Skoob.

Sinopse oficial: Do lado de fora da escola, ao ar livre, rodeados por câmeras e por uma multidão que, em parte apoia e em parte repudia o que estão fazendo, Craig e Harry estão tentando quebrar o recorde mundial do beijo mais longo. Craig e Harry não são mais um casal, mas já foram um dia. Peter e Neil são um casal. Seus beijos são diferentes. Avery acaba de conhecer Ryan e precisa decidir sobre como contar para ele que é transexual, mas está com medo de não ser aceito depois disso. Cooper está sozinho. Passa suas noites em claro, no computador, criando vidas falsas online e seduzindo homens que jamais conhecerá na vida real. Mas quando seus pais descobrem seu passatempo proibido, o mundo dele desaba. Cada um desses meninos tem uma situação diferente. Alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem com o bullying na escola, outros, com o coração partido. 
Mas bem no centro de todas essas histórias paralelas está o amor. E, através dele, a coragem para lutar por um mundo onde esse sentimento nunca seja sinônimo de tabu.

O menino que desenhava monstros – Keith Donohue.

Depois de tantos elogios a este livro espalhados pela internet, preciso conhecer a história também.

Sinopse oficial: O Menino que Desenhava Monstros ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar. Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais. Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.

Bom dia, Verônica – Andrea Killmore.

Vi uma resenha deste livro em um vídeo no Youtube e ao pesquisar sobre ele me interessei muito pela história. Pena que o preço não colabora (estou no aguardo).

Sinopse oficial:  Andrea Killmore faz sua estreia com um livro que está destinado a se tornar uma referência na literatura policial brasileira. Amiga íntima do perigo, ela é uma revelação que não pode ser revelada, e seu verdadeiro nome continua um mistério. Em outra vida, ela foi alguém importante dentro da polícia. Após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma grande perda pessoal, viu-se obrigada a assumir uma nova identidade. E com ela, uma nova vocação. Assim nasceu Andrea Killmore. Em ‘Bom dia, Verônica’, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.’

Fora de mim – Sharon M. Draper.

Encantador.

Sinopse oficial: A maioria das pessoas não se dá conta do poder das palavras. Para Melody Brooks, elas são como pequenos tesouros. Melody tem paralisia cerebral: não pode andar, não pode ir ao banheiro ou se alimentar sozinha, nunca disse uma palavra… e ela tem quase onze anos. Os médicos foram categóricos e disseram que Melody seria um fardo, mas seus pais sabiam do potencial de sua filha. Bastava apenas querer enxergar. Melody tem memória fotográfica, um rico vocabulário e uma sensível percepção da vida. Talvez seja a menina mais inteligente de sua escola. Mas quase ninguém consegue percebê-la. Não sabem que ela consegue ouvi-los, entendê-los e que tem muito a dizer. Melody quer tocar o mundo. Romper com os limites aparentemente intransponíveis impostos por seu corpo. Determinada, ela vai encontrar uma forma de mostrar que pode ir além e surpreenderá a todos. Fora de mim recebeu diversos prêmios e indicações nos Estados Unidos, entre eles o Frank Josette, concedido a livros nos quais crianças e jovens lidam de forma positiva com as dificuldades de seu mundo.

Vozes de Tchernóbil – Svetlana Alexievich

Ok, mesmo eu não conseguindo pronunciar o nome da autora, ainda quero muito ler este livro. Dramático e histórico do jeito que eu gosto.

Sinopse oficial: Em abril de 1986, uma explosão na usina nuclear de Chernobil, na Ucrânia — então parte da finada União Soviética —, provocou uma catástrofe sem precedentes: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera e a cidade de Pripyat teve que ser imediatamente evacuada. Tão grave quanto o acidente foi a postura dos governantes soviéticos, que expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os reparos na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, pereciam após poucos dias de serviço. Por meio das vozes dos envolvidos na tragédia, Svetlana constrói este livro arrebatador, que tem a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Uma obra-prima do nosso tempo.

O livro dos Baltimore – Joël Dicker.

Porque este autor é maravilhoso, amei o último livro que li dele e preciso deste lançamento. (Resenha de Livros: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert – Joël Dicker).

Sinopse oficial: Marcus Goldman teve uma juventude inesquecível em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava. Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida. Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

Bônus: Algo Belo – Jamie McGuire.

14

Precisava falar deste livro que só será lançado em Março deste ano, porém que aguardo sua publicação no Brasil desde 2015. Fazendo parte da série Belo Desastre, bastante conhecida no país, conta a história de América e Shepley, América sendo amiga de Abby e Shepley sendo primo de Travis, ou seja, um Maddox. Em Desastre Iminente (que gostei bastante na época) e Belo Desastre (que não gostei tanto assim) esses dois personagens coadjuvantes me cativaram muito e estou ansiosa pela publicação aqui através da Verus Editora.

Ufa, beijos e até logo.

Resenha de Livros: As cores da vida – Kristin Hannah.

20170114_180714

Arqueiro – 2016 – Ficção americana – 352 páginas – Nota 5♥♥♥♥♥.

Bom dia, leitores.

Motivo da compra: A autora é uma das minhas preferidas e qualquer livro recente que surja dela eu me vejo obrigada a comprar. Assim que soube do lançamento, comprei.

Referências: Não sabia o assunto abordado no livro, porém dela eu sempre espero coisa muito boa (Rouxinol – Resenha: O rouxinol – Kristin Hannah. – é um dos meus livros preferidos da vida e não canso de repetir. Jardim de Inverno – o primeiro que li dela – é bom, portanto ela vem melhorando com os anos). No gênero Romance ela sabe bem o que está fazendo. Porém ao abrir o livro, descobri que foi lançado por ela em 2009, mas nem isso mexeu com minha expectativa média.

Capa: Delicada, terna, misturando madeira e flores, gostei bastante.

Formato do livro: Espessura do livro, largura e altura das páginas e letra médias, tornam a leitura de cada página uma velocidade média, porém constante.

Escrita: Em terceira pessoa, o que não é meu estilo favorito, porém consegui captar e sentir todas as emoções das protagonistas porque a escrita é envolvente. Que delícia começar o ano lendo um livro tão maravilhoso.

História: O livro me trouxe uma análise nova na vida literária. Comecei a me questionar se o meu julgamento sobre os personagens dizia mais sobre eles ou sobre eu mesma. A história acontece em uma cidade pequena, onde a família Grey está enraizada a gerações. Os avós das irmãs é quem ergueram a fazenda, sendo passada a seus pais e onde residem, mesmo após a morte da mãe delas quando ainda eram muito jovens, vítima de uma doença que a única boa coisa que fez foi unir as três irmãs através do apoio e amor mútuo e o compromisso de lealdade entre elas. Porém, sendo de temperamentos opostos, uma preferência clara do pai à caçula Vivian Ann e um amor platônico de Winona por seu amigo de infância Luke, que acaba se envolvendo com Vivi Ann que não sabe sobre a paixão da irmã, a rivalidade toma forma e proporções sem controle quando um forasteiro chega à fazenda para trabalhar, o mestiço e misterioso Dallas apaixona-se e é correspondido por uma das irmãs e uma grande confusão começa a se formar.

A história completa leva cerca de 18 anos (1990 a 2008) no decorrer do livro. Existe muita reviravolta na história, tanto que eu comecei gostando da Winona, a mais velha, responsável e advogada prestigiada da cidade, mas suas atitudes me decepcionaram demais e me vi torcendo muito por Vivi Ann, a caçula, responsável pelo andamento da fazenda e apaixonada por cavalos, que de começo eu não tinha gostado muito. Existe uma familiaridade com o filme “A condenação” que já resenhei aqui no blog, porque assisti recentemente e adorei e isto me emocionou, assim como setenta por cento do livro. A partir da página cem – mais ou menos – pode pegar a caixa de lenço e deixar do lado porque fazia tempo que não lia uma história tão dramática e emocionante. Fala de perdão, recomeço, amor, família, escolha, inveja, amargura e esses sentimentos pertinentes e facilmente reconhecidos por todos nós cativam o leitor. A história é tão densa que muitos acontecimentos não podem ser colocados neste post para não estragar a surpresa. Só posso dizer que as nuances das protagonistas são muito bem construídas e o leitor acredita na história.

Personagens: Os personagens secundários são muito importantes. Dallas tem papel fundamental na história e eu fiquei apaixonada por ele. Assim como eu odiei o pai delas, Henry, que só se importava com status e convenções sociais, porém ao final do livro você entende porque ele é assim. Noah, o filho é um personagem crucial para a história e me comoveu bastante. Temos muitos personagens importantes, tanto para o bem quanto para o mal e por isso o livro se torna tão intenso.

Observações: Apesar de ser apresentado ao leitor como contendo três protagonistas, torna-se nítido que Aurora, a irmã do meio, casada e com dois filhos, apenas serve de apoio às irmãs. Que as protagonistas são Winona e Vivi Ann.

Recomendo? Sim, mil vezes sim, fiquei encantada com a escrita, a história, os personagens e o final. Perfeito.

Sinopse oficial: As irmãs Winona, Aurora e Vivi Ann perderam a mãe cedo e foram criadas por um pai frio e distante. Por isso, todo amor que elas conhecem vem do laço que criaram entre si. Embora tenham personalidades bastante diferentes, as três são inseparáveis. Winona, a mais velha e porto seguro das irmãs, nunca se sentiu em casa no rancho em que a família vive há gerações e sabe que não tem as qualidades que o pai valoriza. Mas, sendo a melhor advogada da região, está determinada a lhe provar seu valor. Aurora, a irmã do meio, é a pacificadora. Ela acalma as tensões familiares e se desdobra pela felicidade dos outros – ainda que esconda os próprios problemas. E Vivi Ann é a estrela entre as três. Linda e sonhadora, tem o coração generoso e indomável e é adorada por todos. Parece que nada dá errado em sua vida. Até que um forasteiro chega à cidade…Então tudo muda. De uma hora para outra, a lealdade que as irmãs sempre deram por certa é posta à prova. E quando segredos dolorosos são revelados e a cidade é abalada por um terrível crime, elas se veem em lados opostos da mesma verdade.

Beijos e até logo.

Seriados: How to get away with murder – 1º, 2º e 3º temporada (até 9° episódio) – 2014, 2015 e 2016.

Bom dia, lindos.

Como eu já havia comentado aqui no blog, assinei a Netflix no final do ano passado e após terminar de assistir vários filmes da minha lista, resolvi me aventurar em assistir as séries.

Fiz uma experiência de assistir em um único dia o primeiro episódio (também conhecido como piloto) de sete seriados diferentes que eu só conhecia de nome e nunca tinha visto. E o que eu mais gostei foi HTGAWM e foi inevitável no decorrer de dez dias assistir os (pasmem!) trinta e nove episódios. Tanto que eu nem comecei a escrever no intervalo de tempo entre os episódios e agora me sinto meio perdida para relatar e demonstrar o quanto achei genial esse seriado. Consegui terminar a tempo, visto que a Sony após o intervalo de fim de ano voltará a transmitir a partir do episódio 10 da terceira temporada todas as quartas-feiras à noite no final deste mês (pelo que pesquisei).

Devo deixar claro que este post conterá alguns spoilers a partir de agora, pois estou escrevendo sobre a série completa e para quem não assistiu ainda, melhor voltar aqui depois hehe.

HTGAWM é um seriado americano, transmitido pela ABC nos EUA e disponibilizado aqui no Brasil para a Sony – canal de TV pago – e pela Netflix. De criação de Peter Nowalk e produzido por Shonda Rhimes contando a história de Annalise Keating (a maravilhosa Viola Davis) que é advogada criminal e professora em uma universidade de Direito penal. Logo no primeiro episódio ela seleciona (e no decorrer dos capítulos é possível entender em quê ela se baseia para isso) cinco estudantes que integrarão sua equipe de funcionários (conhecidos como Keating 5) para solucionarem casos reais e tentar inocentar os clientes da advogada/ professora. Wes, Connor, Michaela, Asher e Laurel são os “sortudos”.

1
1° temporada – Ash, Rebecca, Wes, Laurel, Michaela, Connor, Nate, Bonnie e Frank (no fundo da imagem, da esquerda para a direita). Annalise (à frente).

Em cada episódio existe um caso diferente para eles resolverem e ainda um caso pessoal que envolve a todos durante toda a temporada. Flasbacks misturam-se ao presente e aos poucos conseguimos ir desvendando à história, tendo um desfecho no último capítulo da temporada. A trama principal da primeira e segunda é sobre quem é o assassino, já na terceira é quem é que morreu. O que a série nos mostra é que não existe mocinho ou santo na história. Todos têm falhas de caráter, alguns mais do que outros. Mentiras, traições, sexo casual, chantagem, coerção e furto fazem parte do cotidiano deles. Tirando o Wes todos tiveram uma infância privilegiada financeiramente e todos são gananciosos, se espelhando em Annalise para cumprir seu trabalho.  

A série é viciante e chega a dar um nó na cabeça para entender o que está acontecendo, uma vez que os personagens mentem e enganam outros personagens e consecutivamente quem assiste. Os ótimos ganchos em cada final de episódio quase te obrigam a não parar de assistir.

3
2° temporada

Os personagens secundários também são bons como Nate, Bonnie, Frank, Rebecca e Oliver (o meu preferido) e contribuem para a história.

4
Personagem Oliver no centro da imagem

Uma relação de amor e ódio se criou entre eu e os personagens durante os episódios. Horas você vê bondade e em outras, maldade, causando empatia ou raiva. Assuntos polêmicos e tabus são retratados e há uma quebra de estereótipos entre os personagens. É carregado de suspense e drama e isso me cativou demais.

Viola Davis faz um belíssimo trabalho e torna Annalise a personagem mais controversa, humana, forte e envolvente do seriado. Quando ela tira a maquiagem e a peruca pela primeira vez ao se aprontar para dormir é de uma naturalidade que impressiona.

MATT MCGORRY, KARLA SOUZA, AJA NAOMI KING, ALFRED ENOCH, JACK FALAHEE, VIOLA DAVIS, LIZA WEIL, BILLY BROWN, CHARLIE WEBER
3° temporada

Claro que não achei tudo perfeito, principalmente o envolvimento amoroso de alguns personagens e a última morte da terceira temporada, que me deixa temerosa quanto à como a série vai lidar com a perda de um personagem tão importante, mas estou ansiosa para voltar a assistir. RECOMENDO MUITO para quem gosta dos gêneros mistério, suspense, drama, ação e policial.

Link do próximo episódio:

https://www.youtube.com/watch?v=XxuyVfKfoSk&feature=youtu.be.

Beijos a todos e até mais.

Janeiro/2017: Filmes Vistos – Parte 1.

Bom dia, leitores.

Muitos filmes vistos nesta primeira quinzena do mês e em sua grande maioria sendo dos gêneros drama e biografia porque sou chegada a um sofrimento haha. Vamos lá:

1

A pele que habito – 2011 – Suspense/ Drama.

Ouvi ótimas críticas a respeito e quando descobri que a direção era de Pedro Almodóvar me despertou ainda mais a vontade de assistir. Filme espanhol, inusitado e surpreendente, para não dizer chocante. Fiquei bem surpresa com a história e a forma em que ela foi contada.

Sinopse oficial: Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair.  O cirurgião pensa que a filha foi estuprada e elabora um plano para se vingar do suposto estuprador.

2

A condenação – 2010 – Drama/ Biografia.

Hilary Swank está incrível no papel e a história é muito triste e bonita. Manteve-me focada o tempo inteiro.

Sinopse oficial:  Betty Anne (Hilary Swank) e Kenny (Sam Rockwell) são irmãos muito unidos desde a infância. Já adultos, Kenny passa a ser perseguido pela polícia local por já ter ficha suja. Desta forma sempre que há algum crime acontecendo na cidade ele é detido para averiguações, mesmo que não haja o menor indício de sua participação. A situação se complica quando ele é preso ao ser acusado de ter cometido o assassinato de uma jovem. O caso vai a tribunal e, com vários depoimentos contra si, Kenny é condenado à prisão perpétua. Betty Anne sempre acreditou em sua inocência e jamais se conformou com a sentença, buscando meios de recorrer. Sem dinheiro para pagar um advogado de renome, ela decide voltar a estudar para se formar em Direito. O projeto leva anos até ser concluído, de forma que possa assumir ela mesma a defesa do irmão em uma tentativa de recorrer da pena.

3

Intocáveis – 2011 – Comédia/ Biografia. (França)

Eu sei, eu sei, todo mundo já tinha visto este filme, menos eu. Mas ok, consegui assistir agora e gostei bastante. Mostra que a amizade pode mudar a vida de duas pessoas, o que de fato, aconteceu.

Sinopse oficial: Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.

4

O corajoso coração de Irena Sendler – 2009 – Drama/ Biografia.

Anna Paquin está muito bem no filme atuando como Irena e Goran Visnjic, ator que gosto bastante, tem uma boa participação também. Triste, não podendo ser diferente pelo tema retratado, o Holocausto.

Sinopse oficial: Em Varsóvia no ano de 1940, A polonesa Irena Sendler é uma católica servidora social que, para evitar deportação, salva milhares de crianças judias da morte durante a Segunda Guerra Mundial.

5

Um olhar do paraíso – 2009 – Fantasia/ Drama.

Filme não  tão recente, porém como foi indicação de uma amiga, eu tive que assistir. Mark Wahlberg e Rachel Weisz são os pais de Saoirse Ronan (Susie) que narra à história de como seu assassinato aconteceu e a dor do luto de sua família. Muito bonita as imagens e efeitos especiais, trouxe fantasia e delicadeza à história.

Sinopse oficial: Susie Salmon está voltando para casa quando é assassinada por George Harvey, um vizinho que mora sozinho. Os pais de Susie, Jack e Abigail, inicialmente se recusam a acreditar na morte da filha. Em meio às investigações, a polícia conversa com George mas não o coloca entre os suspeitos, mas a família passa a desconfiar dele. Susie, que agora está em um local entre o paraíso e o inferno, observa a situação e lida com o sentimento de vingança e a vontade de ajudar sua família a superar sua morte.

6

O Sol é para todos – 1962 – Drama/ Policial.

Queria muito assistir este filme para poder comparar com o livro. Achei bem semelhante, mantendo as características principais dos personagens e da história. Claro que o livro é bem mais detalhado, mas o filme é bom e os atores conseguem manter o carisma dos personagens existentes no livro.

Sinopse oficial: Jean Louise Finch (Mary Badham) recorda que em 1932, quando tinha seis anos, Macomb, no Alabama, já era um lugarejo velho. Nesta época Tom Robinson (Brock Peters), um jovem negro, foi acusado de estuprar Mayella Violet Ewell (Collin Wilcox Paxton), uma jovem branca. Seu pai, Atticus Finch (Gregory Peck), um advogado extremamente íntegro, concordou em defendê-lo e, apesar de boa parte da cidade ser contra sua posição, ele decidiu ir adiante e fazer de tudo para absolver o réu.

8

Minha mãe é uma peça 2 – 2016 – Comédia.

Assisti este filme semana passada após ganhar um ingresso e levei como acompanhante, é claro, a minha mãe, a sócia da Dona Hermínia hahaha. (Ainda bem que ela não acessa o meu blog, mas certamente minhas irmãs me dedurarão). E por mais estranho que seja no meu caso, preferi este ao primeiro. É bem engraçado e nem senti os minutos passando. Recomendo.

Sinopse oficial: é um filme de comédia brasileiro cujo enredo é escrito e protagonizado pelo ator Paulo Gustavo, baseado na obra teatral homônima também de sua autoria, com lançamento em 22 de dezembro de 2016. Quatro milhões de brasileiros já assistiram à mãe superprotetora, debochada e engraçada Dona Hermínia (Paulo Gustavo) desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier) resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib (Bruno Bebianno), o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena (Patricya Travassos), a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.

Beijos e até logo.

Resenha de Livros: Bom dia, Sr. Mandela – Zelda La Grange

20161225_120825

Novo Conceito – 2015 – Biografia – 416 páginas – Nota 3♥♥♥.

Bom dia, leitores.

Motivo da compra: Nelson Mandela foi um homem que admiro muito, seus princípios e lutas eram de uma ideologia de mundo um pouco parecidas com a minha, portanto tinha interesse em conhecer melhor a história dele. Encontrei este livro a venda por acaso e decidi comprar. Não pesquisei antes as resenhas e comentários sobre o livro, mas tinha altas expectativas.

Referências: O livro é uma biografia de Zelda, sua secretária durante muitos anos até o falecimento dele e foca em grande maioria de sua jornada ao lado de Mandela.

Capa: Gostei, singela, delicada e bonita.

Formato do livro: O livro é de formato médio/ grande na altura e largura e o volume é médio/grande também. As margens são pequenas e a letra também, o que torna a leitura um pouco devagar.

Escrita: A narrativa é em primeira pessoa e não poderia ser diferente, pois trata-se da vida de quem escreveu a obra. Porém, eu não sei se é pelo fato da história dela não ter um grande mistério, suspense ou até mesmo um drama e romance ou pela forma que ela descreve os fatos, o livro se torna muito maçante. E quando eu digo muito, é realmente demais e se eu não fosse extremamente teimosa em terminar todo livro que eu começo a ler, eu o teria parado antes da metade. Após a página cento e vinte mais ou menos torna-se difícil ler mais que cinco páginas. E o pior, odeio muito ter que escrever isso, se mantêm assim até o final do livro.

História: Como eu informei, Zelda conta sua história, dividida em quatro partes, começando pela infância, adolescência e vida adulta. A primeira parte aborda a juventude dela e sua vida pessoal, já na segunda dá início a seu trabalho com Mandela. Este foi o melhor capítulo, na minha opinião, pois mostra uma mudança radical na autora. Ela, que fazia parte de uma família preconceituosa e a favor do apartheid e da segregação racial existentes na África do Sul, onde a história é contada e onde Zelda nasceu, na qual Zelda era a favor também. Porém ao conhecer Nelson Mandela e toda a ideologia humanitária, em busca de paz, educação e justiça que ele pregara, ela mudou radicalmente seu modo de enxergar a vida. E isso soa-me familiar, pois eu também mudei minhas concepções de vida já adulta e quando pude conhecer coisas, estudar e interagir com tudo que me era desconhecido. Ela pode enxergar o quanto as pessoas que conhecia a vida inteira eram preconceituosas e o quanto ela própria estava errada até então. Na terceira parte do livro ela nos mostra seu trabalho e suas obrigações e deveres para com o Presidente Mandela e após sua saída do poder, o seu papel nas obras sociais que ele coordenava. Na quarta parte do livro ela narra Nelson já em idade muito avançada e seus problemas de saúde até a morte dele. No final do livro ainda podemos ver algumas fotos deles dois juntos, inclusive a que consta na capa do livro.

Personagens: O livro mostra muitos personagens, os familiares dela e de Nelson, os funcionários dele e companheiros de trabalho dela, outros governantes como Clinton, Bush, Obama dos Estados Unidos e muitos outros de diversos países (inclusive Kadaf – que é elogiado por Zelda – que me causa repulsa há muito tempo), assim como atores de Hollywood e cantores conhecidos em todo o planeta e famosos de diversas áreas, que pela quantidade torna-se impossível que eu os enumere. 

Observações: Fala de temas essenciais, como a busca por paz mundial, liderança humanitária, a busca para que todos tenham o direito à educação, a ser contra qualquer violência e formas de guerra, o combate à Aids entre outros assuntos importantes.

Recomendo? É um pena e raro eu escrever isso, mas Não, não recomendo. E nada tem relação com a história de Nelson Mandela, pelo amor de Deus, o admiro ainda mais agora, porém a escrita dela não me empolgou ou convenceu. Entendo que ela não seja escritora, então por isso minha nota foi três.

Sinopse oficial: A principal assessora de Nelson Mandela conta sua trajetória como o braço direito de um dos homens mais importantes e admirados de todos os tempos. Junto aos bastidores da vida política de Mandela, Zelda expõe sua transição de menina branca de família racista, que temia e odiava negros, à fiel escudeira do maior ícone na luta contra o Apartheid. Diferente de outras biografias, livro revela fatos e traços da personalidade de Mandela sob a ótica de uma das pessoas mais próximas dele. “Em Bom dia, Sr. Mandela, a autora reconta sua vida notável como braço direito do homem que, como eu, ela conhecia e amava. Trata-se de uma homenagem a ambos: à sensibilidade de Madiba para identificar talentos e confiar neles; e à coragem de Zelda para enfrentar os grandes desafios e se desenvolver. Este livro comprova a importância de trazer os relacionamentos pessoais para a política, e é um lembrete significativo sobre as lições que Madiba nos ensinou.” — Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos. Se eu conseguir modificar uma vida ao tocar outra com a minha história, terei cumprido minha obrigação. Zelda la Grange cresceu na África do Sul em meio à população branca que apoiava o sistema de segregação racial. Poucos anos após o fim do apartheid, ela viria a se tornar uma assistente de confiança de Nelson Mandela, aprendendo a respeitar e a honrar o homem que sempre lhe disseram ser um inimigo. Bom dia, Sr. Mandela conta a extraordinária história de uma jovem que teve sua vida, crenças, preconceitos e tudo em que ela sempre acreditou transformados pelo maior homem de seu tempo. A incrível trajetória de uma datilógrafa que, ainda na juventude, foi escolhida para se tornar a mais leal e devotada assessora do Presidente, passando a maior parte de sua vida viajando com ele, dando apoio e cuidando do homem que ela passaria a chamar de “Khulu”, ou avô.

Beijos e até logo.

Livros para ler em 2017.

Bom dia, lindos.

Para este ano não estou almejando grande quantidade de leituras, portanto vou iniciar a minha meta com os que eu já tenho na estante e no decorrer do ano conforme eu for comprando, ganhando ou pegando emprestado irei atualizando vocês por aqui. Segue minha listinha de livros que são certos que lerei:

285 As cores da vida Kristin Hannah
286 O malabarista Alessandro K. Pithon
287 A teoria de tudo Jane Hawking
288 Um poema para Bárbara Mônica Sifuentes
289 Minha vida fora de série Paula Pimenta
290 Cidade dos ossos Cassandra Clare
291 A rainha vermelha Victoria Aveyard
292 O constante correr das horas Justin Go
293 Fantasma Roger Hobbs
294 Circo invisível Jennifer Egan
295 Objetos cortantes Gillian Flynn
296 A sociedade literária e a torta de casca de batata Mary Ann Shaffer
297 Tudo aquilo que nunca foi dito Marc Levy
298 Uma casa no meio do caminho Barry Martin
299 O segredo de Emma Corrigan Sophie Kinsella
300 Fim de verão Joyce Maynard
301 Gelo Negro Becca Fitzpatrick
302 Uma mulher livre Danielle Steel 
303 Cujo Stephen King
304 As crônicas de gelo e fogo A guerra dos tronos George R. R. Martin
305 Talvez um dia Colleen Hoover
  • O número apresentado na primeira coluna trata-se do número do livro lido no decorrer da minha vida literária.

Possuo os outros quatro livros da saga de George R. R. Martin, mas não prometo que as lerei, porque são muitas paginas, haha, irá depender do quanto eu gostarei da leitura do primeiro livro.

20170107_135151

Por enquanto minha meta se resume a vinte e um livros. E vocês, já planejaram suas próximas leituras?

Beijos e até breve.

Adaptações para o cinema em 2017.

Bom dia, leitores.

Eu decidi fazer este post após ler em alguns lugares a produção de adaptações para o cinema de livros que gosto demais e que acredito sinceramente que os filmes serão fantásticos se forem fiéis as obras as quais foram inspiradas.

O Rouxinol – Kristin Hannah.

Já resenhei o livro aqui no blog Resenha: O rouxinol – Kristin Hannah. e realmente foi o melhor livro que li da autora, embora só tenha lido três obras, mas o livro me inspirou de tal forma que me lembro sempre dele até hoje. Portanto, acredito que se a TriStar Pictures conseguir transmitir os melhores acontecimentos do livro, tem cem por cento de chance de fazer sucesso, ainda mais sendo dirigido por Michelle MacLaren, vencedora de dois Emmys por seu trabalho em Breaking Bad, série que eu nunca assisti, mas que é bem conhecida. A história retrata um período histórico fundamental  e traz elementos essencial como drama, aventura, mistério e romance. Estou ansiosa para ver este título das telinhas.

Tudo e todas as coisas – Nicola Yoon.

Li este livro ano passado e claro que teve resenha aqui no blog Tudo e todas as coisas – Nicola Yoon. e foi a primeira obra desta autora até então desconhecida para mim e amei a história. Espero que a MGM que comprou os direitos para produção consiga transmitir a história da mesma forma cativante que a autora conseguiu com uma narrativa envolvente e uma história diferente que eu adorei. O elenco para os papéis principais já foi escalado e foi uma surpresa para mim, pois os personagens em minha cabeça eram bem diferentes. 

1

A cabana – Willian P. Young.

Li este livro em 2012 e lhe dei nota quatro, como o blog ainda não existia ele não foi resenhado, apenas comentado aqui no blog, mas foi um livro que mudou a maneira que enxergo Deus e a religião. Penso em seus ensinamentos até hoje, no senso de justiça e perdão que são pontos muito fortes no livro. A história é dramática e tem tudo para ser sucesso de bilheteria. O livro vendeu muito aqui no Brasil e recebeu ótimas críticas na época. Recomendo. E já que não houve resenha, segue a sinopse do livro: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar áquele cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, ‘A Cabana’ invoca a pergunta: ‘Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?’ As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.  

Octavia Spencer e Sam Worthington serão os protagonistas do filme e John Fusco é quem fez a adaptação para o cinema, dirigido por Stuart Hazeldine, todos conhecidos por filmes e seriados famosos. O filme promete.

2

E vocês, tem alguma adaptação surgindo nas telinhas que vocês estão ansiosos para assistir? Alguma sugestão para a minha longa listinha? Beijos e até mais.