Janeiro/2017: Livros Desejados.

Bom dia, leitores.

Estou aqui nesta manhã para mostrar a vocês os livros que estou desejando comprar e conseguir ler em breve. Este é um post sempre complicado e extenso, pois minha lista vem aumentando vertiginosamente, mesmo comprando sempre. Se vocês souberem de um preço especial/ promoção, avisem nos comentários:

O advogado rebelde – John Grisham.

Seguindo uma onda de mistério e suspense criminal, ouvi ótimos comentários sobre este livro. Fez sucesso nos EUA, embora aqui não seja muito conhecido.

Sinopse oficial: “O advogado rebelde” apresenta um dos mais ousados protagonistas do mestre dos thrillers de tribunal John Grisham. Sebastian Rudd é “o advogado rebelde” da trama. Seu escritório é uma van blindada, seu motorista anda fortemente armado e seus clientes são pessoas das quais a maioria dos advogados prefere manter distância, como um jovem viciado acusado de participar de um culto satânico e molestar e matar duas crianças pequenas. Mas Sebastian Rudd acredita que todos merecem um julgamento justo, ainda que ele tenha que trapacear para fazer justiça. Em sua melhor forma, Grisham constrói um suspense eletrizante e não se furta a criticar o sistema judiciário e as grandes corporações neste novo romance.

Em busca de um final feliz – Katherine Boo.

A vida é uma supresa, não é mesmo? Minha vontade em ler este livro aconteceu por causa de um encarte que encontrei dentro de um dos meus livros. Pelo resumo, fiquei bastante empolgada com a história. Justamente por saber que trata-se de uma história forte e dramática.

Sinopse oficial: Através de uma forte narrativa, descobrimos como é o dia a dia dos moradores de Annawadi, uma favela à sombra do elegante Aeroporto Internacional de Mumbai, na Índia. A história de seus habitantes nos faz rir e chorar e o leitor vai se apaixonar por Sunil Sharma, o menino catador de lixo que quer ficar rico, por Manju, a moça mais bonita da favela, que quer ser professora, e até pela tresloucada Fátima, a Perna Só, que só quer um pouco de atenção.

Grandes esperanças – Charles Dickens.

Um clássico. Simplesmente preciso ler.

Sinopse oficial: A grande característica de ‘Grandes Esperanças’ é ser uma história de redenção moral do protagonista, Pip, um órfão criado rigidamente pela irmã num lar humilde e disfuncional, que, após herdar inesperadamente uma fortuna, rejeita a família e os amigos por se envergonhar da própria origem. 
No começo conhecemos o infortúnio de Pip, o narrador que vive aterrorizado pela irmã mais velha que, após a morte dos pais, o criou “com a mão de ferro”, bordão para a maneira rígida e por vezes violenta com que trata o filho de criação e também o marido, o ferreiro Joe Gargery. Sua vida começa a mudar com o inesperado convite para que passe a visitar Miss Havisham, uma mulher rica da aldeia, e seja companhia de sua filha adotiva, Estella. Pip imediatamente tem uma queda pela garota, sentimento que se transformará em amor durante a vida adulta e o conduzirá à imoralidade. A vida de Pip sofre uma reviravolta ainda maior quando, já se preparando para o ofício de ferreiro, recebe a visita de um advogado, que anuncia que o jovem é herdeiro de uma fortuna. Após abandonar a família para viver em Londres, Pip passa a desprezar a sua vida anterior, tentando tornar-se digno de se casar com Estella, que, no entanto, não se interessa por seus sentimentos. Dividido em três partes, discutindo a bondade, a culpa e o desejo, o romance originalmente foi escrito como um folhetim e publicado na revista semanal All the Year Round, entre dezembro de 1860 e agosto de 1861, tornando-se um grande sucesso. Dickens toma o cuidado de não buscar a empatia fácil com o leitor, fazendo de Pip um personagem sincero em sua imoralidade e, quando se arrepende, na busca pela redenção.

Admirável mundo novo – Aldous Huxley.

Estou bastante fã de distopias e li ótimas críticas sobre este livro, que dos quatro maiores livros do gênero este e o listado abaixo são os que ainda não li.

Sinopse oficial: Uma sociedade inteiramente organizada segundo princípios científicos, na qual a mera menção das antiquadas palavras “pai” e “mãe” produzem repugnância. Um mundo de pessoas programadas em laboratório, e adestradas para cumprir seu papel numa sociedade de castas biologicamente definidas já no nascimento. Um mundo no qual a literatura, a música e o cinema só têm a função de solidificar o espírito de conformismo. Um universo que louva o avanço da técnica, a linha de montagem, a produção em série, a uniformidade, e que idolatra Henry Ford. Essa é a visão desenvolvida no clarividente romance distópico de Aldous Huxley, que ao lado de 1984, de George Orwell, constituem os exemplos mais marcantes, na esfera literária, da tematização de estados autoritários. Se o livro de Orwell criticava acidamente os governos totalitários de esquerda e de direita, o terror do stalinismo e a barbárie do nazifascismo, em Huxley o objeto é a sociedade capitalista, industrial e tecnológica, em que a racionalidade se tornou a nova religião, em que a ciência é o novo ídolo, um mundo no qual a experiência do sujeito não parece mais fazer nenhum sentido, e no qual a obra de Shakespeare adquire tons revolucionários. Entretanto, o moderno clássico de Huxley não é um mero exercício de futurismo ou de ficção científica. Trata-se, o que é mais grave, de um olhar agudo acerca das potencialidades autoritárias do próprio mundo em que vivemos.

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury.

Seguindo o mesmo motivo anterior, preciso ler.

Sinopse oficial: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia. A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes. O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Belle – Lesley Pearse.

Recentemente eu descobri que li há um bom tempo atrás o segundo livro dessa história e eu não sabia que se tratava de uma continuação, pois são momentos diferentes da protagonista. Como gostei bastante de Entre o amor e a paixão, fiquei curiosa por este.

Sinopse oficial: Londres, 1910. Belle, de 15 anos, viveu em um bordel em Seven Dials por toda sua vida, sem saber o que acontecia nos quartos do andar de cima. Mas sua inocência é estilhaçada quando vê o assassinato de uma das garotas e, depois, pega das ruas pelo assassino para ser vendida em Paris. Sem poder ser dona de seu próprio destino, Belle é forçada a cruzar o mundo até a sensual Nova Orleans onde ela atinge a maioridade e aprende a aproveitar a vida como cortesã. A saudade de casa — e o conhecimento de que seu status como garota de ouro não durará muito — a leva a sair de sua gaiola de ouro. Mas Belle percebe que escapar é mais difícil do que imaginou, pois sua vida inclui homens desesperados que imploram por sua atenção. Espirituosa e cheia de desenvoltura, ela tem uma longa e perigosa jornada pela frente. A coragem será suficiente para sustentá-la? Ela poderá voltar para sua família e amigos e encontrar uma chance para a felicidade?

Os homens que não amavam as mulheres – Stieg Larsson.

Embora este título nos remeta a auto-ajuda ou afins, se trata de uma ficção muito bem avaliada e descobri em blogs literários a existência dele.

Sinopse oficial: O motivo do sucesso reside em vários fronts. Um deles é a forma original com que Larsson engendra a trama, fazendo-a percorrer variados aspectos da vida contemporânea, da ciranda financeira feita de corrupção à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. Outro é a criação de personagens extremamente bem construídos e originais, como a jovem e genial hacker Lisbeth Salander, magérrima, com o corpo repleto de piercings e tatuagens e comportamento que beira a delinqüência. O terceiro é a maestria em conduzir a narrativa, repleta de suspense da primeira à última página.
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou. Quase quarenta anos depois, o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger, e que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois…. até um momento presente, desconfortavelmente presente.’

Dois garotos se beijando – David Levithan.

Preciso conhecer alguma obra deste autor tão conhecido e optei por este por ter melhor pontuação no Skoob.

Sinopse oficial: Do lado de fora da escola, ao ar livre, rodeados por câmeras e por uma multidão que, em parte apoia e em parte repudia o que estão fazendo, Craig e Harry estão tentando quebrar o recorde mundial do beijo mais longo. Craig e Harry não são mais um casal, mas já foram um dia. Peter e Neil são um casal. Seus beijos são diferentes. Avery acaba de conhecer Ryan e precisa decidir sobre como contar para ele que é transexual, mas está com medo de não ser aceito depois disso. Cooper está sozinho. Passa suas noites em claro, no computador, criando vidas falsas online e seduzindo homens que jamais conhecerá na vida real. Mas quando seus pais descobrem seu passatempo proibido, o mundo dele desaba. Cada um desses meninos tem uma situação diferente. Alguns contam com o apoio incondicional da família, outros não. Alguns sofrem com o bullying na escola, outros, com o coração partido. 
Mas bem no centro de todas essas histórias paralelas está o amor. E, através dele, a coragem para lutar por um mundo onde esse sentimento nunca seja sinônimo de tabu.

O menino que desenhava monstros – Keith Donohue.

Depois de tantos elogios a este livro espalhados pela internet, preciso conhecer a história também.

Sinopse oficial: O Menino que Desenhava Monstros ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar. Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais. Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.

Bom dia, Verônica – Andrea Killmore.

Vi uma resenha deste livro em um vídeo no Youtube e ao pesquisar sobre ele me interessei muito pela história. Pena que o preço não colabora (estou no aguardo).

Sinopse oficial:  Andrea Killmore faz sua estreia com um livro que está destinado a se tornar uma referência na literatura policial brasileira. Amiga íntima do perigo, ela é uma revelação que não pode ser revelada, e seu verdadeiro nome continua um mistério. Em outra vida, ela foi alguém importante dentro da polícia. Após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma grande perda pessoal, viu-se obrigada a assumir uma nova identidade. E com ela, uma nova vocação. Assim nasceu Andrea Killmore. Em ‘Bom dia, Verônica’, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.’

Fora de mim – Sharon M. Draper.

Encantador.

Sinopse oficial: A maioria das pessoas não se dá conta do poder das palavras. Para Melody Brooks, elas são como pequenos tesouros. Melody tem paralisia cerebral: não pode andar, não pode ir ao banheiro ou se alimentar sozinha, nunca disse uma palavra… e ela tem quase onze anos. Os médicos foram categóricos e disseram que Melody seria um fardo, mas seus pais sabiam do potencial de sua filha. Bastava apenas querer enxergar. Melody tem memória fotográfica, um rico vocabulário e uma sensível percepção da vida. Talvez seja a menina mais inteligente de sua escola. Mas quase ninguém consegue percebê-la. Não sabem que ela consegue ouvi-los, entendê-los e que tem muito a dizer. Melody quer tocar o mundo. Romper com os limites aparentemente intransponíveis impostos por seu corpo. Determinada, ela vai encontrar uma forma de mostrar que pode ir além e surpreenderá a todos. Fora de mim recebeu diversos prêmios e indicações nos Estados Unidos, entre eles o Frank Josette, concedido a livros nos quais crianças e jovens lidam de forma positiva com as dificuldades de seu mundo.

Vozes de Tchernóbil – Svetlana Alexievich

Ok, mesmo eu não conseguindo pronunciar o nome da autora, ainda quero muito ler este livro. Dramático e histórico do jeito que eu gosto.

Sinopse oficial: Em abril de 1986, uma explosão na usina nuclear de Chernobil, na Ucrânia — então parte da finada União Soviética —, provocou uma catástrofe sem precedentes: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera e a cidade de Pripyat teve que ser imediatamente evacuada. Tão grave quanto o acidente foi a postura dos governantes soviéticos, que expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os reparos na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, pereciam após poucos dias de serviço. Por meio das vozes dos envolvidos na tragédia, Svetlana constrói este livro arrebatador, que tem a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Uma obra-prima do nosso tempo.

O livro dos Baltimore – Joël Dicker.

Porque este autor é maravilhoso, amei o último livro que li dele e preciso deste lançamento. (Resenha de Livros: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert – Joël Dicker).

Sinopse oficial: Marcus Goldman teve uma juventude inesquecível em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava. Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida. Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

Bônus: Algo Belo – Jamie McGuire.

14

Precisava falar deste livro que só será lançado em Março deste ano, porém que aguardo sua publicação no Brasil desde 2015. Fazendo parte da série Belo Desastre, bastante conhecida no país, conta a história de América e Shepley, América sendo amiga de Abby e Shepley sendo primo de Travis, ou seja, um Maddox. Em Desastre Iminente (que gostei bastante na época) e Belo Desastre (que não gostei tanto assim) esses dois personagens coadjuvantes me cativaram muito e estou ansiosa pela publicação aqui através da Verus Editora.

Ufa, beijos e até logo.

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2 comentários sobre “Janeiro/2017: Livros Desejados.

  1. Adriana quantos livros incríveis! Já li “Admirável mundo novo” e “Fahrenheit 451”. Do John Grisham já li “O advogado” e “O cliente” (deve ter mais algum, mas não me lembro agora, rs) Eu li e gostei bastante (pelo menos na época) da série “Belo desastre”, mas não me empolguei para ler os demais livros dos irmãos Maddox não, rs. Espero que surjam várias promoções, rs. Bjos ❤

    Curtido por 1 pessoa

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