Livro: O apanhador no campo de centeio – J. D. Salinger.

Boa noite leitores,

Vocês também pegam os jargões/bordões dos personagens ou sou só eu? kkk.

Quando li “O quarto de Jack” me vi reproduzindo a expressão favorita dele, que era “nem vem, neném”. Infantil, afinal ele era uma criança, mas eu achava fofo.

Agora me pego pensando e falando “no duro”, afirmação usada constantemente pelo Holden Caulfield, protagonista, de 16 anos, desse #livro. “No duro” é uma expressão que eu não tenho costume de ouvir nunca, mas que serve como uma confirmação ou sinônimo de “De verdade”, “Pra valer”. Tem mais alguém como essa #manialiteraria? Quais outras?

A história lida nos dias atuais pode parecer boba, pois a escrita é informal e típica de um adolescente, caracterizada juvenil, mas é importante lembrar que para a época em que a obra foi escrita, em 1951, não era utilizada e foi uma evolução da linguagem literária.
Sarcástico, engraçado e mal humorado, o Holden nos conta, em primeira pessoa, seus dias após ser expulso de mais uma escola. Residente americano, rebelde e teimoso, mas de uma forma leve e fácil de ler. Na década de 40, observamos os costumes. Conhecemos a família, classe média, dele. Seus amigos e professores.
O enredo todo dura cerca de uma semana, com as aventuras dele após fugir do colégio. Sonhador, seus pensamentos parecem reais e próprios da idade. A dúvida sobre todas as coisas.
Ele e a narrativa contém muitas digressões, em alguns momentos perdendo o fôlego.
O título do livro é chamativo e revelado o motivo no final do livro. Não tendo relação, como se pressupõe, com um trabalhador do campo.
Também o li por ser um livro da lista de censurados há décadas atrás.

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Beijos e até a próxima 📚.

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