Livro Meio Sol amarelo – Chimamanda Ngozi Adichie.

Boa tarde leitores,

Com esta capa maravilhosa, de uma autora que eu sou muito fã, apresento minha segunda #leitura do ano.

Um livro denso, de 500 páginas que mistura #ficcao com fatos históricos do país, a tentativa de criar uma nova nação contra o colonialismo europeu e a submissão aos Estados Unidos, fez com que a Nigéria fosse dividida, surgindo a Biafra, no final dos anos 60.

Demorei para me envolver com a narrativa e com os personagens. Sendo divididos em três pontos de vista, em primeira pessoa. Talvez o fato de ter lido #hibiscoroxo ano passado e ele ter se tornado um #favorito de tão incrível, eu esperava me encantar mais.

O que contribuiu para isso também foi o fato dos dois personagens que eu mais gostei, e protagonistas, Olanna e Ugwu, serem tão carismáticos, mas cada um cometendo um erro terrível (em um dos casos, sendo crime, inclusive), me distanciou um pouco. Mesmo sabendo que guerras trazem atitudes extremas, fiquei decepcionada.

E só me faz ter a mesma certeza, que toda guerra é cruel, desumana e torna a todos piores.

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Filha de uma família rica e importante da Nigéria, Olanna rejeita participar do jogo do poder que seu pai lhe reservara em Lagos. Parte, então, para Nsukka, a fim de lecionar na universidade local e viver perto do amante, o revolucionário nacionalista Odenigbo. Sua irmã Kainene de certo modo encampa seu destino. Com seu jeito altivo e pragmático, ela circula pela alta roda flertando com militares e fechando contratos milionários. Gêmeas não idênticas, elas representam os dois lados de uma nação dividida, mas presa a indissolúveis laços germanos – condição que explode na sangrenta guerra que se segue à tentativa de secessão e criação do estado independente de Biafra.

Contado por meio de três pontos de vista – além do de Olanna, a narrativa concentra-se nas perspectivas do namorado de Kainene, o jornalista britânico Richard Churchill, e de Ugwu, um garoto que trabalha como criado de Odenigbo.

Beijos e até a próxima 📚.

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