Janeiro/2017: Filmes Vistos – Parte 1.

Bom dia, leitores.

Muitos filmes vistos nesta primeira quinzena do mês e em sua grande maioria sendo dos gêneros drama e biografia porque sou chegada a um sofrimento haha. Vamos lá:

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A pele que habito – 2011 – Suspense/ Drama.

Ouvi ótimas críticas a respeito e quando descobri que a direção era de Pedro Almodóvar me despertou ainda mais a vontade de assistir. Filme espanhol, inusitado e surpreendente, para não dizer chocante. Fiquei bem surpresa com a história e a forma em que ela foi contada.

Sinopse oficial: Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair.  O cirurgião pensa que a filha foi estuprada e elabora um plano para se vingar do suposto estuprador.

2

A condenação – 2010 – Drama/ Biografia.

Hilary Swank está incrível no papel e a história é muito triste e bonita. Manteve-me focada o tempo inteiro.

Sinopse oficial:  Betty Anne (Hilary Swank) e Kenny (Sam Rockwell) são irmãos muito unidos desde a infância. Já adultos, Kenny passa a ser perseguido pela polícia local por já ter ficha suja. Desta forma sempre que há algum crime acontecendo na cidade ele é detido para averiguações, mesmo que não haja o menor indício de sua participação. A situação se complica quando ele é preso ao ser acusado de ter cometido o assassinato de uma jovem. O caso vai a tribunal e, com vários depoimentos contra si, Kenny é condenado à prisão perpétua. Betty Anne sempre acreditou em sua inocência e jamais se conformou com a sentença, buscando meios de recorrer. Sem dinheiro para pagar um advogado de renome, ela decide voltar a estudar para se formar em Direito. O projeto leva anos até ser concluído, de forma que possa assumir ela mesma a defesa do irmão em uma tentativa de recorrer da pena.

3

Intocáveis – 2011 – Comédia/ Biografia. (França)

Eu sei, eu sei, todo mundo já tinha visto este filme, menos eu. Mas ok, consegui assistir agora e gostei bastante. Mostra que a amizade pode mudar a vida de duas pessoas, o que de fato, aconteceu.

Sinopse oficial: Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.

4

O corajoso coração de Irena Sendler – 2009 – Drama/ Biografia.

Anna Paquin está muito bem no filme atuando como Irena e Goran Visnjic, ator que gosto bastante, tem uma boa participação também. Triste, não podendo ser diferente pelo tema retratado, o Holocausto.

Sinopse oficial: Em Varsóvia no ano de 1940, A polonesa Irena Sendler é uma católica servidora social que, para evitar deportação, salva milhares de crianças judias da morte durante a Segunda Guerra Mundial.

5

Um olhar do paraíso – 2009 – Fantasia/ Drama.

Filme não  tão recente, porém como foi indicação de uma amiga, eu tive que assistir. Mark Wahlberg e Rachel Weisz são os pais de Saoirse Ronan (Susie) que narra à história de como seu assassinato aconteceu e a dor do luto de sua família. Muito bonita as imagens e efeitos especiais, trouxe fantasia e delicadeza à história.

Sinopse oficial: Susie Salmon está voltando para casa quando é assassinada por George Harvey, um vizinho que mora sozinho. Os pais de Susie, Jack e Abigail, inicialmente se recusam a acreditar na morte da filha. Em meio às investigações, a polícia conversa com George mas não o coloca entre os suspeitos, mas a família passa a desconfiar dele. Susie, que agora está em um local entre o paraíso e o inferno, observa a situação e lida com o sentimento de vingança e a vontade de ajudar sua família a superar sua morte.

6

O Sol é para todos – 1962 – Drama/ Policial.

Queria muito assistir este filme para poder comparar com o livro. Achei bem semelhante, mantendo as características principais dos personagens e da história. Claro que o livro é bem mais detalhado, mas o filme é bom e os atores conseguem manter o carisma dos personagens existentes no livro.

Sinopse oficial: Jean Louise Finch (Mary Badham) recorda que em 1932, quando tinha seis anos, Macomb, no Alabama, já era um lugarejo velho. Nesta época Tom Robinson (Brock Peters), um jovem negro, foi acusado de estuprar Mayella Violet Ewell (Collin Wilcox Paxton), uma jovem branca. Seu pai, Atticus Finch (Gregory Peck), um advogado extremamente íntegro, concordou em defendê-lo e, apesar de boa parte da cidade ser contra sua posição, ele decidiu ir adiante e fazer de tudo para absolver o réu.

8

Minha mãe é uma peça 2 – 2016 – Comédia.

Assisti este filme semana passada após ganhar um ingresso e levei como acompanhante, é claro, a minha mãe, a sócia da Dona Hermínia hahaha. (Ainda bem que ela não acessa o meu blog, mas certamente minhas irmãs me dedurarão). E por mais estranho que seja no meu caso, preferi este ao primeiro. É bem engraçado e nem senti os minutos passando. Recomendo.

Sinopse oficial: é um filme de comédia brasileiro cujo enredo é escrito e protagonizado pelo ator Paulo Gustavo, baseado na obra teatral homônima também de sua autoria, com lançamento em 22 de dezembro de 2016. Quatro milhões de brasileiros já assistiram à mãe superprotetora, debochada e engraçada Dona Hermínia (Paulo Gustavo) desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Marcelina (Mariana Xavier) resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib (Bruno Bebianno), o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena (Patricya Travassos), a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.

Beijos e até logo.

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Adaptações para o cinema em 2017.

Bom dia, leitores.

Eu decidi fazer este post após ler em alguns lugares a produção de adaptações para o cinema de livros que gosto demais e que acredito sinceramente que os filmes serão fantásticos se forem fiéis as obras as quais foram inspiradas.

O Rouxinol – Kristin Hannah.

Já resenhei o livro aqui no blog Resenha: O rouxinol – Kristin Hannah. e realmente foi o melhor livro que li da autora, embora só tenha lido três obras, mas o livro me inspirou de tal forma que me lembro sempre dele até hoje. Portanto, acredito que se a TriStar Pictures conseguir transmitir os melhores acontecimentos do livro, tem cem por cento de chance de fazer sucesso, ainda mais sendo dirigido por Michelle MacLaren, vencedora de dois Emmys por seu trabalho em Breaking Bad, série que eu nunca assisti, mas que é bem conhecida. A história retrata um período histórico fundamental  e traz elementos essencial como drama, aventura, mistério e romance. Estou ansiosa para ver este título das telinhas.

Tudo e todas as coisas – Nicola Yoon.

Li este livro ano passado e claro que teve resenha aqui no blog Tudo e todas as coisas – Nicola Yoon. e foi a primeira obra desta autora até então desconhecida para mim e amei a história. Espero que a MGM que comprou os direitos para produção consiga transmitir a história da mesma forma cativante que a autora conseguiu com uma narrativa envolvente e uma história diferente que eu adorei. O elenco para os papéis principais já foi escalado e foi uma surpresa para mim, pois os personagens em minha cabeça eram bem diferentes. 

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A cabana – Willian P. Young.

Li este livro em 2012 e lhe dei nota quatro, como o blog ainda não existia ele não foi resenhado, apenas comentado aqui no blog, mas foi um livro que mudou a maneira que enxergo Deus e a religião. Penso em seus ensinamentos até hoje, no senso de justiça e perdão que são pontos muito fortes no livro. A história é dramática e tem tudo para ser sucesso de bilheteria. O livro vendeu muito aqui no Brasil e recebeu ótimas críticas na época. Recomendo. E já que não houve resenha, segue a sinopse do livro: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar áquele cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, ‘A Cabana’ invoca a pergunta: ‘Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?’ As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.  

Octavia Spencer e Sam Worthington serão os protagonistas do filme e John Fusco é quem fez a adaptação para o cinema, dirigido por Stuart Hazeldine, todos conhecidos por filmes e seriados famosos. O filme promete.

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E vocês, tem alguma adaptação surgindo nas telinhas que vocês estão ansiosos para assistir? Alguma sugestão para a minha longa listinha? Beijos e até mais.

Dezembro/2016: Filmes Vistos – Parte 3.

Bom dia, leitores. Feliz 2017 para todos nós! 

Estive mais do que eclética semana passada e assisti vários gêneros, diversificando a minha lista.

Confiram:

Olhos da Justiça – 2015 – Policial.

Parecido com o “O segredo dos seus olhos”, filme espanhol de 2009, tinha muita curiosidade de assistir, mas acabei me decepcionando. O filme começa bem impactante, mas vai perdendo o estímulo. Esperava algo mais.

Sinopse oficial: Um agente do FBI passa 13 anos investigando o assassinato brutal da filha de uma colega de trabalho e uma nova pista revela um segredo obscuro e terrível. Ele é um policial aposentado que continua obcecado pelo caso de uma jovem que foi morta, anos antes. Ele tem um suspeito: um homem que olha para a vítima em várias fotos.

O maior amor do mundo – 2016 – Comédia.

Uma comédia gostosa, com bons atores que gosto bastante e com um assunto fácil de se identificar e se interessar sendo conflitos familiares envolvendo pais e filhos.

Sinopse oficial: Histórias associadas à maternidade se cruzam. Sandy é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

Te amarei para sempre – 2009 – Romance.

Qualquer filme com Rachel McAdams eu já assisti ou pretendo. Gosto bastante das adaptações, embora neste caso não conhecesse o livro e tampouco o li. Vale ressaltar que a produção executiva foi comandada por Brad Pitt, que junto de Jennifer Aniston, comprou os direitos de adaptação do livro de Audrey Niffenegger antes de ser publicado.

Sinopse oficial: O filme é baseado no livro A Mulher do Viajante do Tempo de Audrey Niffenegger e inspirado na canção, Hard to Say I’m Sorry, escrita por Peter Cetera e David Foster e interpretada pela banda de rock americana Chicago, sucesso do ano de 1982. O filme é estrelado por Eric Bana como Henry DeTamble, um bibliotecário de Chicago com uma desordem genética que faz com que ele viaje no tempo aleatoriamente, enquanto ele tenta construir um relacionamento romântico com seu amor Clara, interpretada por Rachel McAdams.

Viver sem endereço – 2014 – Drama.

Triste, forte e poético. Drama para se emocionar de verdade. Para reflexão e análise. Para nutrir desejos de melhorias, evoluções e humanidade. Difícil não chorar e impossível não comover. Gostei muito.

Sinopse oficial: Dois moradores de rua em Nova York, Tahir e Hannah vivem rodeados por desespero, perigos e incertezas. Eles acabam se conhecendo e se apaixonando. Tahir e Hannah encontram consolo e força e, aos poucos, contam um ao outro como foram parar nesta situação de dificuldade, e percebem que juntos podem tentar construir uma vida melhor.

O casamento do meu ex – 2010 – Comédia Romântica.

Sinceramente assisti porque a protagonista do filme é uma queridinha, a Kate Holmes, além da Anna Paquin e Malin Âkerman que também conheço, e pensei “ah, tudo bem, uma comédia clichê a mais, apenas para dar risada e passar o tempo”. O problema é que não proporcionou nenhuma das coisas e eu me vi entediada e pulando partes do filme. Não recomendo. Nem os olhos da Kate salvam.

Sinopse oficial: Antigas rivalidades tomam conta de uma mulher horas antes de seu casamento com o ex-namorado de sua companheira de quarto da universidade.

Orgulho e Preconceito – 2005 – Drama/Romance.

Inspirado no livro de mesmo título da escritora Jane Austen, publicado em 1813, que já resenhei aqui no blog – Resenha de Livro: Orgulho e Preconceito – Jane Austen., tinha bastante interesse em assistir ao filme porque gostei bastante do romance literário. Claro que o filme é bem mais leve e superficial, mas mostrou todos os elementos importantes da história e eu gostei bastante da adaptação para o cinema do romance de Liza e Mr. Darcy.

Sinopse oficial: Elizabeth Bennet (Keira Knightley – indicada ao Oscar de melhor atriz por este papel) vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy (Matthew Macfadyen), faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

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O Fabuloso destino de Amélie Poulain – 2001 – Drama/Romance.

Linda trilha sonora e fotografia. Narrador em terceira pessoa onisciente, mostra todas as fases de vida da protagonista Amélie, do nascimento à vida adulta. Sutil e delicado, mostra a vida de forma simples e bonita. O lado cômico me chamou muita a atenção. A interpretação de Audrey Tautou como Amélie é impecável e cativante. Além de mostrar as peculiaridades da França, seus nativos e seus locais. 

Sinopse oficial: Amélie é uma jovem do interior que se muda para Paris e logo começa a trabalhar em um café. Num belo dia, ela encontra uma caixinha dentro de seu apartamento e decide procurar o dono. A partir disso, sua perspectiva de vida muda radicalmente.

Ufa, por enquanto foram esses. Beijos e até breve.

Dezembro/2016: Filmes Vistos – Parte 2.

Bom dia, leitores.

Quero contar para vocês duas novidades, a primeira é que comprei meu tão esperado Notebook e agora tudo está mais fácil, tanto para o blog quanto para o lazer. E a segunda é que assinei a Netflix e “Adeus, mundo!” porque tem tanto filme e seriado que quero assistir que nem tento enumerar. E vou mostrar um pouco do que assisti nos últimos dias.

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Refém da Paixão – 2013 – Drama.

Ok, eu sei que dias atrás eu escrevi – Novembro/2016: Livros comprados – dizendo que não o veria até que tivesse lido o livro (está na minha estante, na fila de leitura), mas estava tão curiosa depois do trailer que foi o primeiro filme que vi das minhas novas aquisições tecnológicas. E não me arrependo, pois o filme me conquistou e me emocionou. Kate Winslet é maravilhosa mesmo, como eu amo essa mulher haha. O filme mostra todo o lado sentimental do ser humano, seus medos e fraquezas, sua força e compaixão, sua dor e sua luta. Os três personagens principais são retratos disso. 

Sinopse oficial: Henry Wheeler (Gattlin Griffith), um garoto de treze anos, esforça-se para cuidar de sua mãe solitária, Adele (Kate Winslet), enquanto enfrenta os problemas comuns da adolescência. Um dia, após comprarem material escolar, Henry e sua mãe encontram Frank Chambers (Josh Brolin), um homem intimidante e claramente necessitando de ajuda, que os convence a dá-lo abrigo. Mais tarde, ele se revela um criminoso foragido. Os eventos deste longo fim de semana do Dia do Trabalho irá mudar a vida dos três para sempre.

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Ele não está tão a fim de você – 2009 – Romance/ Drama.

Eu era doida para assistir este filme, mas nunca tinha conseguido achá-lo disponível. Mesmo não sendo recente, a quantidade de atores conhecidos e de quem gosto, me despertou o interesse, além de boas críticas ouvidas sobre o filme.

Sinopse oficial: He’s Just Not That Into You é um filme estadunidense lançado em 2009, dirigida por Ken Kwapis, baseado no livro de auto-ajuda de mesmo nome, de Greg Behrendt e Liz Tuccillo, que por sua vez foi inspirado por uma linha de diálogo em Sex and the City. O filme apresenta um elenco que inclui Ben Affleck, Sasha Alexander, Jennifer Aniston, Drew Barrymore, Jennifer Connelly, Kevin Connolly, Bradley Cooper, Ginnifer Goodwin, Scarlett Johansson e Justin Long. O filme foi produzido pela produtora de Barrymore, Flower Films, enquanto a atriz também atua como produtora executiva. Extrapolando um pouco menos de 180 milhões dólares em bilheteria em todo o mundo, o filme se tornou um sucesso, apesar das respostas mistas da crítica. Romântica incorrigível, Gigi sai com Conor, que simplesmente não liga no dia seguinte. Quando ela vai a um bar atrás do rapaz, conhece Alex, colega de quarto de Conor e que tem uma visão muito clara sobre o mundo, empenhando-se em mostrar a verdade para Gigi numa viagem ao complicado mundo da mente dos homens. Enquanto isso, Conor está enrolado com uma cantora chamada Anna, mas ela gosta mais de Ben, que é casado com Janine que, por sua vez, trabalha com Gigi. A chefe das duas, Beth, é namorada de Neil há sete anos, mas ele não quer casar. E Mary, publicitária que fará anúncio para divulgar o trabalho de Conor, só procura por relacionamentos na internet.

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Sob o mesmo céu – 2015 – Comédia romântica.

Por gostar muito dos atores já queria assistir esse filme faz um tempo e achei bom, embora um pouco confuso.

Sinopse oficial: Após fracassar em uma missão, o militar Brian Gilcrest (Bradley Cooper) é enviado de volta para o Havaí, sua terra natal, para supervisionar o lançamento de um satélite. Lá, ele se reaproxima de um amor do passado (Rachel McAdams), ao mesmo tempo em que começa a se apaixonar por uma piloto da Força Aérea (Emma Stone).

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12 anos de escravidão – 2013 – Drama/ Biografia/ Ficção histórica.

Pois é, inacreditável que ainda não tivesse assistido este filme e que filme. Maravilhoso como todos já disseram e triste, terrivelmente triste e avassalador, porém necessário que a humanidade veja do que já foi e em certos aspectos ainda é, capaz de fazer no mal sentido. Forte e emocionante. Estorou de tanto ganhar prêmios, incluindo Oscar e Globo de Ouro de Melhor Filme. Chiwetel Ejiofor e Lupita Nyong’o se destacam em suas incríveis atuações. Conta com a participação ainda de Brad Pitt. Inspirado no livro de mesmo nome e tratando-se de um livro de memórias de Solomon Northup, sendo, portanto uma biografia faz com que a história fique ainda mais intensa.

Sinopse oficial: Em 1841, Solomon Northup é um negro livre, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos, ele passa por dois senhores, Ford e Edwin Epps, que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

5

Olga – 2004 – Biografia/ Drama/ Histórico/ Romance.

Filme antigo, mas eu tinha muito interesse em assistir e valeu a pena, pois o filme é bom, trágico e belo. Atuações emocionantes e enredo historicamente triste. Duramente avaliado pelos críticos, por closes desnecessários na protagonista, falas simplistas dos personagens e o romance enaltecido, deixando a luta contra as injustiças sem o enfoque adequado, ainda sim, gostei. Preciso ler o livro!

Sinopse oficial: Berlim, início do século XX. Olga Benário (Camila Morgado) é uma jovem judia alemã. Militante comunista, ela é perseguida pela polícia e foge para Moscou, onde recebe treinamento militar e é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) de volta ao Brasil. Na viagem, enquanto planejam a Intentona Comunista contra o presidente Getúlio Vargas, os dois acabam apaixonando-se. Parceiros na vida e na política, Olga e Prestes terão de lutar pelo amor, pelo comunismo e, principalmente, pela sobrevivência.

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500 dias com ela – 2009 – Romance.

Já tinha ouvido falar bastante deste filme, mas não tinha conhecimento da história. Não se trata de mais uma comédia romântica, um romance clichê e nem protagonistas estereotipados. Foge da fantasia e assemelha-se ao mundo real, aos relacionamentos da nossa vida realmente como são. Gostei.

Sinopse oficial: Tradução de 500 days of Summer, Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

Por enquanto foram esses. Desejo a todos vocês um Natal incrível repleto de amor e saúde.

Beijos e até breve.

Dezembro/2016: Filmes Vistos – Parte 1.

Bom diaaa,

Este mês acabei assistindo alguns filmes aleatórios, sem pretensão ou expectativa, tirando o primeiro filme da lista que eu tive que procurar e me programar para assistir.

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O Regresso – 2015 – Drama/ Thriller.

Do inglês “The Revenant” que pode significar o retorno, O Regresso é inspirado em uma história verdadeira antiga, embora ao final do livro o autor explique que alguns fatos são fictícios e outros são suposições que podem ou não terem acontecido.

Irei escrever primeiro sobre o filme sem associar ao livro. O filme é maravilhoso, no sentido de atuações como Leonardo DiCaprio e Tom Hardy, irreconhecíveis e incríveis. A fotografia, os cenários, as cenas de ação e luta sem cortes, os gestos muito mais do que palavras contando a história e todas as dificuldades são reais e perfeitas. Palmas ao diretor Alejandro González Iñárritu, Oscar merecido, assim como o de melhor ator para DiCaprio, agora entendi o porquê ganhou conseguiu criar efeitos especiais sem que eu entenda como. A cena com o urso, a cena quando Glass dispara com o cavalo fugindo das flechadas, quando Glass cai de um precipício e também em outro momento cai de uma cascata de água são surpreendentes e aflitivos.  

Já quando associamos ao livro, fica um pouco complicado, pois vários fatores são divergentes. Pessoas e histórias acrescentadas que não existiram no livro e vice e versa. Mas entendo que a dinâmica do cinema seja diferente da escrita e que ambos os produtos são inspirados na história desse homem, apenas. O filme é longo, mas não cansativo. Alguns personagens sofrem alterações de personalidade também, como Fitzgerald, que parece alguém bem pior do que no livro. O próprio desfecho da história é totalmente diferente da escrita. Recomendo muito também. Inclusive para que possam fazer a comparação.

Sinopse oficial: Inspirado em eventos reais, O Regresso é uma experiência cinematográfica imersiva e visceral que capta a épica aventura de um homem por sobrevivência e o extraordinário poder do espírito humano. Em uma expedição pelo desconhecido deserto americano, o lendário explorador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) é brutalmente atacado por um urso e deixado como morto pelos membros de sua própria equipe de caça. Em uma luta para sobreviver, Glass resiste à dor inimaginável, bem como à traição de seu confidente, John Fitzgerald (Tom Hardy). Guiado pela força de vontade e pelo amor de sua família, Glass deve navegar um inverno brutal em uma incessante busca por sobrevivência e redenção.

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Boa sorte – 2014 – Drama – Nacional.

Já tinha ouvido falar neste filme e em como a atriz Debora Secco precisou de sacrifícios físicos para fazer o papel. Minha curiosidade foi porque o tema proposto é ótimo para enfoque.

Sinopse: João é um adolescente com vários problemas de comportamento. Após ser diagnosticado com depressão e abuso de remédios controlados, sua família decide interná-lo em uma clínica psiquiátrica. No local, ele conhece Judite, uma paciente portadora do vírus HIV, em fase terminal. Os dois se apaixonam e vivem um intenso romance. Apesar de saber que Judite pode morrer a qualquer momento, João passa a ver a vida de outra forma, ao mesmo tempo em que dá um novo sentido para a vida de sua amada.

3

Céline – 2008 – Biografia/ Drama .

Assisti a este filme por acaso, minha mãe estava assistindo e acredita que eu gostei? Nada fantástico ou além do comum, mas é uma história bonita. A interpretação e semelhança das atrizes que interpretam Celine é surpreendente e muito boas.

Sinopse: O documentário “Céline” descortina a história da cantora canadense Céline Dion, desde a infância, quando cantava junto com a família em um bar, até a conquista do sucesso internacional. Céline foi descoberta com 12 anos pelo empresário e futuro marido René Angélil. Na produção, inclusive, sua vida sentimental também é abordada. A canadense é uma das cantoras que mais vendeu discos pelo mundo. Entre os sucessos de sua trajetória musical, trilhas sonoras de filmes como a animação “A Bela e a Fera”  até “My Heart Will Go On”, de “Titanic”. A forma como a relação de Céline E René é o que mais me despertou interessante e achei incrível.

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Boi Neon – 2015 – Drama.

Tenho vários filmes nacionais na fila para assistir e este foi a escolha de ontem. Bastante comentado e tendo recebido diversos prêmios internacionais, eu fiquei curiosa para vê-lo.

Quebrando ou alargando os paradigmas, a história brinca com os clichês, indo contra preconceitos de gênero, mostrando ainda um nordeste sem ser caricato, com expressões originais locais, com uma fotografia bela, uma imagem fugindo do usual indo ao cinza/ azul existente no sertão. A história não tem a pretensão de surpreender, mas surpreende e cativa. Mostrada como forma de vida cotidiana, nós vemos os personagens em seu dia a dia e sem expectativas a um “felizes para sempre”. Desconstruindo barreiras, a lição que fica para mim é que podemos ser o que quisermos. Gostei bastante. È um filme sutil que eu sei que não agrada todos os públicos. A mim, agradou.

Sinopse: Iremar (Juliano Cazarré) é um vaqueiro de curral que viaja pelo Nordeste, ao lado de Galega (Maeve Jinkings) e a pequena Geise (Samya de Lavor). Por onde passa Iremar recolhe revistas, panos e restos de manequins, já que seu grande sonho é largar tudo para iniciar uma carreira como estilista no Pólo de Confecções do Agreste.

Beijos e até breve.

Novembro/2016: Filmes assistidos – Parte 3.

Bom dia, pessoal.

Final de semana chegando, mês acabando e hoje quero compartilhar os últimos filmes vistos nesse mês de Novembro. Preparem os corações:

Orações para Bobby (Prayers for Bobby) – Drama/ Biografia – 2009.

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Não tão recente, mas ao assistir considerei que fosse mais antigo do que de fato é, mas após ler em algum blog sobre a abordagem do filme, fiquei muito curiosa para assistir. Baseado em uma história real e também no livro homônimo de Leroy F. Aarons, eu quis assisti-lo sem ver nenhuma resenha e aconselho que façam o mesmo. Foi indicado a alguns prêmios importantes de cinema e teve atuações impecáveis. Trata sobre homofobia, direitos humanos, religião e fanatismo. Peguem seus rolos de papéis, porque irão precisar. É aquele tipo de filme que conhece tocar nossa alma e dar aquele nó na garganta. Cheguei a ter que pausar o filme para me recuperar. Forte, trágico e aquele sentimento de “não é justo” que nos maltrata quando presenciamos. A Mary foi a personagem mais peculiar, passando do ódio ao amor extremos. Bobby, sem palavras com toda sua graciosidade e beleza que transborda do peito. O filme é essencial pois aborda assuntos necessários de serem discutidos como o fanatismo religioso e o mal que causa aqueles que não se encaixam no que determinam ser o “certo” de dentro para fora das igrejas. Viva o amor. Todas as formas de preconceito precisam acabar! Com uma hora e meia de filme, o enredo ofusca qualquer técnica, fotografia e efeito especial que poderíamos imaginar e que no filme é simplório.

Sinopse: Mary (Sigourney Weaver) é uma cristã devota que segue à risca as doutrinas da Igreja Presbiteriana. Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser homossexual, ela passa a submetê-lo a terapias e ritos religiosos com o intuito de “curá-lo”. No entanto, Bobby não suporta a pressão e se atira de uma ponte, encerrando sua vida, cometendo suicídio aos dezoito anos de idade. Depois desse fato, Mary descobre um diário de Bobby e passa a entender de fato o que se passava na mente dele. Também buscando respostas na religião, Mary passa a interpretar de outra forma os textos bíblicos, passando a acreditar que a homossexualidade não é condenável, tornando-se uma ativista dos direitos dos homossexuais. Direção de Russell Mulcahy.

As faces de Helen (Helen) – Drama – 2009.

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Produzido no mesmo ano que o filme acima, de mesmo gênero, porém abordando outros aspectos bem diferentes como a mente humana e as doenças mentais, assim como seus sintomas, tratamentos, causas, efeitos e como isso domina e afeta totalmente a pessoa e tudo a sua volta, inclusive a família. Ashley está excelente no papel. Devo dizer que tive sentimentos contraditórios durante o filme sobre a personagem principal e isso mostra o quanto é pesado, denso e profundo é o transtorno bipolar e depressão suicida. Com duas horas de filme, pode soar um pouco cansativo, até porque segue uma linha devagar. Tratamentos que não ajudam porque não estão sendo analisados de uma forma correta, tratamentos rigorosos e ortodoxos que assustam, a nuance entre a depressão até a tentativa de suicídio também são claramente mostradas. Mas o que mais me despertou a atenção foi a dificuldade que a sociedade tem em lidar com a doença, eu, você, todos nós somos leigos e o mais provável é que quem tem um distúrbio mente para si mesmo e para os outros por medo e por aceitação. O filme mostra as reações da família, boas e ruins e serve para refletimos sobre a psicologia. 

Sinopse: Helen Leonard (Ashley Judd) é uma mulher bem-sucedida que tem um casamento feliz com David (Goran Visnjic) e um relacionamento harmonioso com sua filha (Alexia Fast). Porém, existe algo que ela tem um segredo: sua bipolaridade, que surge como um surto devastador, transformando sua maneira de enxergar a vida. Agora, sua família tem a missão de fazê-la perceber que a vida continua bela. Encontra uma aliada, que sofre da mesma doença, Mathilda (Lauren Lee Smith) e se torna a personagem que a resgata das sombras.

Bons filmes, boas reflexões e bom fim de semana, galera 😉

Novembro/2016: Filmes assistidos – Parte 1.

Bom dia, pessoal.

Estou aqui para contar a primeira “leva” de filmes que assisti nesse mês de Novembro e que valem a pena ser informado a vocês. São filmes bem conhecidos que eu tinha vontade de assistir já faz tempo, porém não tinha encontrado oportunidade.

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Em nome da Lei – 2015 – Ação/ Drama/ Suspense.

Filme nacional, gênero policial que gosto bastante, sobretudo os nacionais (que eu aprecio e incentivo todos a verem sempre) com elenco de Mateus Solano, Chico Diaz e Paolla Oliveira. Mantendo o suspense até o fim, com boas atuações, ainda que o enredo e as ações no filme sejam simplórios, os personagens coadjuvantes também despertam interesse, como o capanga Hermano (Emílio Dantas) e Juliana Lohmann (filha de Gomez) e ainda conta com situações que nos levam a analisar nosso sistema mais uma vez, por isso recomendo.

Sinopse: Vitor (Mateus Solano) é um jovem juiz federal recém-chegado na cidade de Fronteira (Brasil com Paraguai), disposto a desmontar um esquema de contrabando e tráfico de drogas na região onde a corrupção impera e todos parecem envolvidos. Para prender Gomez (Chico Diaz) – “o dono do lugar”, ele vai contar com a ajuda da procuradora Alice (Paolla Oliveira), por quem se apaixona, e da equipe do policial federal Elton (Eduardo Galvão).

Terremoto: A falha de San Andreas – 2015 – Ação.

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Traz Ray (Dwayne Johnson) – mais conhecido como The Rock – é um piloto de resgates que pretende levar a filha Blake (Alexandra Daddario) para a faculdade em outra cidade, mas é impedido por um terremoto, no qual tem que ajudar. O namorado rico, Daniel (IoanGruffudd – de Quarteto Fantástico), de sua ex-mulher, Emma (Carla Gugino) resolve então levar a enteada. A história familiar de Ray apresenta um drama de cara, pois é óbvio que ele ainda gosta da ex e rola um drama pela morte da outra filha deles. Logo que começa, o filme já mostra ser como todo filme de ação,bem irreal e fantasioso, com final previsível, mas se você não busca muita realidade, os efeitos especiais e a adrenalina agradam bastante.

Sinopse: Depois que a famosa Falha de San Andreas finalmente cede, provocando um terremoto de magnitude 9 na Califórnia, um piloto de helicóptero de busca e resgate e sua ex-esposa fazem juntos o caminho de Los Angeles para São Francisco tentando salvar sua única filha. Mas a jornada traiçoeira rumo ao norte é apenas o começo e quando eles acham que o pior pode ter acabado, está apenas começando.

A verdade nua e crua (The UglyTruth) – 2009 – Comédia romântica.

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É um filme dirigido por Robert Luketic e protagonizado por Katherine Heigl e Gerard Butler.

Divertidíssimo, uma comédia romântica com clichês costumeiros e sinto informar, machista, mas bem prazeroso de assistir (contanto que você não analise o filme). Adoro os atores, próprios desse gênero e a história apesar de sexista me agradou.

Sinopse: Abby Richter é produtora de um programa matutino, que tem problemas emocionais e cuja busca pelo Sr. Perfeito a deixou irremediavelmente solteira. Ela está prestes a ser “acordada” de forma brusca quando seus chefes a colocam frente a frente com Mike Chadway, uma intransigente personalidade da TV que promete despejar a verdade nua e crua sobre o que faz os homens e as mulheres balançarem.

Assisti a outros dois filmes que trarei no próximo post.

Beijos, boa semana e bom feriado 🙂

Julho/2016 – Filmes assistidos – Parte 2.

Olá, lindos. Hoje o post é sobre a segunda parte de filmes vistos nesse mês de Julho. Procurei trazer um de cada gênero, diversificando para agradar a todos sem perder qualidade.

Como eu era antes de você – 2016 – Romance.

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Finalmente assisti a este filme que queria muito ver porque como todos sabem amo Jojo Moyes e seus romances são sensacionais. Confesso que não chorei ao assisti-lo e eu estava crente que choraria horrores, mas em parte porque eu já conhecia bem a história e sabia o final. Ainda que eu não tenha achado os atores principais tão cativantes quanto no livro, embora eu adore a atriz Emily Clark (ela é demais em GOT), o filme é romance puro e sensível. Fofo, dramático e o principal: questionador. Até que ponto somos livres para fazer nossas próprias escolhas? Até que ponto a religião deve pautar nossa vida? É covardia ou valentia atos drásticos? E tudo isso faz o filme valer a pena. O filme foi bem adaptado e manteve a síntese do livro, fidedigno. Porém apesar de sua duração ser até alta, quase duas horas de filme, não houve tempo para aprofundar questões e mostrar detalhes importantes que o livro traz. Não aprofundou a relação deles e mostrou uma Louise meio bobinha demais, no livro não a achei assim. Ainda sim é um filme bem produzido e eu recomendo, se é que existe alguém que ainda não tenha visto, porque está fazendo bastante sucesso.

Sinopse: Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.

 

Operações especiais – 2015 – Ação/ Policial.

3

Queria assistir esse filme porque achei um bom enredo e porque sou defensora do cinema nacional e sempre que posso estou prestigiando os nossos filmes. Gostei bastante da história e acredito haver três fatores importantes narrados no filme que valem a pena à indicação. Primeiro, abordar o fato de que os policiais mal têm preparo interno e muito menos de campo e já são postos na rua para arriscar suas vidas e de todos os demais envolvidos. Segundo ponto chave, o preconceito existente na integração de mulheres à quadros de trabalhos masculinizados e tomados por homens, no qual a protagonista sofre uma pressão psicológica dos próprios colegas de trabalho (o que me deu muitaaa raiva) além da pressão já óbvia das ruas e precisa se firmar e até endurecer para continuar no trabalho e adquirir um respeito que já deveria ser seu por direito, afinal ela passou no concurso e foi chamada. Se não houve um preparo correto, a culpa não é dela, isso tudo sem perder sua feminilidade natural. E o terceiro ponto, não menos importante trata da relação policia x bandido x sociedade e como ser um policial correto, justo e honesto é difícil pra caramba quando existe todo um sistema corrompido e uma população descontente e desconfiada. Além do fato do filme ter como personagens atores que eu adorooo. Achei que a Cléo, Thiago, Caruso e Fabrício estão maravilhosos.

Sinopse: Rio de Janeiro, 2010. Formada em turismo e trabalhando como atendente em um hotel, Francis (Cléo Pires) se anima com a possibilidade de entrar para a polícia civil. Ela presta o concurso e, após ser aprovada, passa a frequentar o curso de habilitação para policial. Trata-se do mesmo período em que ocorreu a invasão no Complexo do Alemão, com traficantes de vários morros cariocas fugindo para cidades periféricas. É o que acontece em São Judas do Livramento, cidade no interior do estado do Rio de Janeiro, que passa a lidar com uma onda de crimes sem precedentes. Para combatê-los é enviada a unidade liderada pelo incorruptível delegado Paulo Froes (Marcos Caruso), que conta com a presença da ainda iniciante Francis. No batalhão ela precisa lidar com a desconfiança dos demais policiais, especialmente Roni (Thiago Martins), e também com as dificuldades da profissão, dos perigos inerentes ao ofício até a corrupção existente ao seu redor.

 

Foi apenas um sonho – 2009 – Drama.

2

Não vou negar que o filme me interessou por causa dos protagonistas, parceria repetida entre Leonardo e Kate e como eu não conhecia a sinopse quando comecei a assistir, esperava apenas mais um romance dramático. Porém o filme vai muito além. Explora nossos sentimentos mais profundos. É um filme de reflexão a quem assiste, se tornando um pouco perturbador pelos questionamentos abordados. O que é felicidade? O que é preciso para isso? Até onde estamos dispostos a sermos nós mesmos? O que é normal e o que é loucura? Como é possível nos conformarmos com uma vida que deva seguir os mesmos padrões de todas as demais pessoas para deixá-los satisfeitos quando isso não nos agrada? Por que fazer o que se tem vontade é um ato de loucura e fazer algo apenas para agradar as pessoas é considerado normal? Quem é o verdadeiro louco da história? O que é tristeza e o que é depressão? Como saber se levássemos uma vida sonhada por nós mesmos seriamos mais felizes do que somos no presente comum? Como é possível observar eu poderia passar o dia refletindo sobre isso e me confundindo cada vez mais. E isso o filme traz de forma bem clara e se torna difícil julgar quem tem errado mais na história ou quem seja a vítima ou a pessoa culpada pelo sofrimento. Um casamento comum e triste que serve de espelho para cada pessoa. O filme aborda também conceitos tais como seguirmos a mesma vida que tanto recriminamos de nossos pais, buscarmos a felicidade em coisas vazias como uma casa nova sendo que isso é nítido que não irá mudar nada, a solidão e o silêncio. Como fingimos, disfarçamos e engolimos nossos sentimentos até que ele nos consuma por inteiro. Como isso nos distancia das pessoas até que nos tornemos completos estranhos. O que é real e o que parece ser. Como a grama do vizinho sempre parece mais verde que a nossa e por aí vai. Quase ia me esquecendo que este filme é baseado no livro “Revolutionary Road” (mesmo nome do filme na versão original, em inglês), escrito por Richard Yates e que fez enorme sucesso quando lançado em 1962, nos Estados Unidos, que já fiquei interessada em comprar.

Sinopse: Anos 50. Frank (Leonardo DiCaprio) e April (Kate Winslet) formam um casal feliz. Eles sempre se consideraram especiais e prontos para levar uma vida seguindo ideais. Ao se mudarem para uma casa na Revolutionary Road eles ficam orgulhosos por declarar independência da inércia suburbana que os rodeava. Porém logo eles percebem que estão se tornando justamente aquilo que não queriam ser. Frank está em um trabalho insignificante e tem medo de tudo, enquanto que April é uma dona de casa infeliz. Decidida a mudar a situação, April propõe que comecem tudo de novo, deixando de lado o conforto da atual casa e recomeçando em Paris. Só que, para executar este plano, eles chegam aos seus extremos.

Beijos e até breve 🙂

Julho/2016: Filmes Assistidos – Parte 1.

Bom dia,

Trago hoje os filmes que assisti nessas duas semanas de Julho. Aqueles mais interessantes e que valem o post.

Precisamos falar sobre o Kevin; Drama – Suspense.

Depois de ler o maravilhoso livro, tive vontade de assistir a adaptação para o cinema e comparar. Apesar de o filme ser muito bom, atores talentosos e transmitir a ideia central ao público, ficou muito aquém. Através do filme fica impossível identificar os sentimentos conflituosos entre mãe e filho e as diversas análises que tirei do livro. Além de muitos detalhes e histórias sendo deixadas de lado. Mas vale a pena assistir o filme quem não teve a oportunidade de ler a história.

10

Sinopse: Desde o primeiro minuto de Precisamos Falar Sobre o Kevin o espectador sabe que algo dará errado. Muito errado. A impactante cena inicial mostra uma multidão em meio a um líquido vermelho, semelhante ao sangue. Uma imagem forte para começar a contar a vida de Eva (Tilda Swinton, em atuação digna de Oscar), através de um quebra-cabeça repleto de variações no tempo de forma que se possa conhecer seu presente e passado. Agora, ela é um pária na cidade, maltratada por quase todos que a encontram. No passado teve uma vida feliz, ao lado do marido Franklin (John C. Reilly). Algo muito grave aconteceu entre estas duas épocas. Seu nome é Kevin, o primeiro filho do casal. Ele é “apenas” uma criança má, desde o nascimento, especialmente com a mãe. Há uma implicância natural que faz com que Eva entre em desespero e sinta-se frustrada. O carinho natural de mãe aos poucos se transforma em temor, com o passar dos anos. Ao mesmo tempo há a sensação de responsabilidade e, de certa forma, culpa, por tê-lo criado. Este difícil relacionamento é pontuado por cenas magistrais, que retratam a esperança da mãe em ser aceita pelo filho e a constatação de que ele, na verdade, a odeia. Sob a direção soberba de Lynne Ramsay, que manipula as informações dadas ao espectador de forma que tudo se encaixe aos poucos, sem jamais perder a sensação de estranhamento diante do exibido, Precisamos Falar Sobre o Kevin é um filme duro e impactante. Os atos de Kevin, por mais que sejam imaginados, sempre surpreendem, pela materialização da maldade pura. Não há justificativa, há apenas o prazer sem compromisso com o futuro. Ou, como o próprio Kevin diz, “That’s no point. That’s the point”. Simples assim, o que torna tudo ainda mais assustador. Destaque também para a escolha precisa dos dois intérpretes de Kevin. Jasper Newell, quando criança, e Ezra Miller, já adolescente, têm atuações impressionantes, transmitindo com o olhar o cinismo do personagem. Um filme perturbador, não apenas pela história em si, mas pela inexistência de um motivo, seja ele qual for. Apenas a constatação de que a mente humana, que pode produzir tantas maravilhas, é também capaz das maiores atrocidades. Basta querer. Excelente filme. (colocar link).

Amor e outras drogas; Romance.

Com os protagonistas, fica fácil se apaixonar pela história e torcer por eles até o final. São dois atores que gosto bastante. Mesmo envolto em muitos clichês, é fofo e doce. Seu lançamento foi em 2011.

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Sinopse: Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é um garanhão incorrigível, do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela, mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar o caso adiante por causa de sua doença.

O morro dos ventos uivantes; Drama.

Tenho vontade de ler essa obra clássica há muito tempo, porém como ouvi alguns comentários que o livro seria cansativo, arrisquei em assistir primeiro o filme para conhecer a história. Parte do mérito, acredito, seja da direção e dos atores que trouxeram paixão e intensidade aos personagens, mas quem merece os aplausos de certo é a autora. Fascinante e obscuro, a lição que o filme me trouxe foi a clássica questão de que o ódio faz muito mais mal a quem o sente do que a quem é dirigido ou tanto quanto. A vingança destrói a alma. Posso usar também a famosa frase do veneno: Alimentar o ódio a outra pessoa é como beber veneno e esperar que o outro morra. Muitos avaliam que a adaptação das telas tenha romantizado o Heathcliff, o que acredito ser verdade, pois no filme todas as injustiças que acontecem com ele nos fazem torná-lo o mocinho humilhado e suas vilanias pouco são mostradas e apesar de fortes, são menos do que de fato seriam no livro. Mostra como o amor, o apego, a obsessão e o ódio se separando por linhas tênues. Apesar de longo, a história me prendeu até o fim. Recomendo. Tom fez um trabalho incrível.

12

Sinopse: é uma adaptação televisiva em duas partes do romance “Wuthering Heights” de Emily Brontë, produzida pela ITV em 2009. Os episódios foram adaptados para TV por Peter Bowker e dirigido por Coky Giedroyc. As estrelas do programa são Tom Hardy e Charlotte Riley nos papéis dos famosos amantes Heathcliff e Catherine Earnshaw ou ‘Cathy’. A série foi transmitida pela primeira vez em 18 de janeiro de 2009 nos Estados Unidos, como parte da programação Masterpiece Classic da PBS. Foi eventualmente ao ar no Reino Unido em dois episódios de 90 minutos exibidos em duas noites consecutivas, em 30 e 31 de Agosto de 2009. No Brasil, foi exibido pelo Canal Futura no Cine Conhecimento. 1848. Heathcliff (Tom Hardy) é atormentado pela perda de Cathy (Charlotte Riley), sua falecida amante e alma gêmea eterna. Heathcliff concebe um plano para espalhar seu ódio e vingança sobre aqueles que o rodeiam.

Vídeo completo disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=kYhsLi3qLeE

Por ora, foram esses três. Volto em breve com mais dicas de filmes. Beijos, lindos!

Junho/2016: Filmes assistidos.

Olá, Bom dia!

Resolvi variar hoje e fazer uma listinha para vocês dos últimos filmes que assisti, sim, porque a vida não é feita só de livros. Acredito que valham à pena listá-los, porque gostei de todos. Quase não me aventurei e o que prevaleceu foram as comédias românticas (sorry), mas há terror, drama e ação também. Se quiserem indicar-me alguns, fiquem à vontade:

2

Qual o seu número; Uma comédia romântica batida, comum de se assistir, mas Anna Faris com seu carisma torna o filme divertido. Boston. Ally Darling (Anna Faris) fica horrorizada ao ler, em uma revista feminina, que as mulheres têm em média 10,5 parceiros sexuais ao longo da vida. Acreditando que o número é baixo demais, ela puxa da memória todos os homens com quem já transou e passa a investigar junto a amigas qual é o número delas. É quando percebe que já teve relações sexuais com 19 homens, um número bem acima das colegas. Para piorar ainda mais a situação, a matéria diz que as mulheres que tiveram 20 ou mais parceiros têm muito mais dificuldades para se casar. Logo, a saída para Ally é procurar seus ex-namorados para ver se, com o tempo, algum deles melhorou de forma que possa ser seu marido, já que desta forma não chegará à marca dos 20. Para cumprir a missão ela conta com a ajuda de Colin Shea (Chris Evans), seu vizinho mulherengo que tem habilidade para investigar outras pessoas. Em troca Ally passa a ajudá-lo a escapar das mulheres que leva para cama, que por vezes teimam em não ir embora tão logo a relação sexual termine. É baseado no livro 20 Times a Lady de Karyn Bosnak. 

3

Casa comigo?; Um das comédias românticas mais fofas e cativantes que assisti nos últimos tempos. Clichê, mas ainda sim, deliciosa de ver. O filme é sobre uma mulher que se dirige para a Irlanda para pedir seu namorado em aceitar sua proposta de casamento no dia bissexto, quando a tradição irlandesa diz que os homens não podem recusar a proposta de uma mulher para o casamento. Seus planos são interrompidos por uma série de eventos cada vez mais improváveis e são ainda mais complicados quando ela contrata um estalajadeiro bonito para levá-la para seu namorado em Dublin. 

4

Esposa de mentirinha; Dois atores que eu adoro, que fazem da comédia algo simples, tornando a tarefa de gostar do filme, fácil. Danny Maccabee (Adam Sandler) queria um relacionamento sério, mas foi infeliz em sua tentativa de casamento. Para driblar a carência, passa a vivenciar somente namoricos e relações amorosas sem o menor compromisso. Assim, ele toca sua vida como cirurgião plástico bem sucedido, tendo sua melhor amiga Katherine (Jennifer Aniston), mãe solteira de um casal de pirralhos, como fiel escudeira. Mas um dia ele conhece a jovem Palmer (Brooklyn Decker) e a paixão toma conta de ambos. Disposto a se casar com ela, Danny pisa na bola quando, para conquistá-la, inventa que é marido da amiga, pai das crianças e que vai se separar. Começa então uma verdadeira aventura amorosa recheada de confusões de todos os tipos.

5

Questão de tempo; Adoro Rachel, a protagonista do filme. E acredito que o protagonista, desconhecido das telas, acrescentou uma leveza e delicadeza a história. Muito bom e fugindo dos paradigmas. Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

Simplesmente acontece; Já tinha ouvido falar neste filme e estava com vontade de assistir, ele foi inspirado em um livro e se trata de uma comédia romântica. Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.

6

Invocação do Mal 2; Assisti recentemente nos cinemas porque gostei bastante do primeiro. Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga) são investigadores de casos sobrenaturais e acabam de dar uma palestra sobre o sinistro (e famoso) caso da boneca Anabelle, aqui visualmente mais demoníaca que a original. Enquanto isso, Carolyn e Roger Perron (Lili Taylor Ron Livingston) se mudam com a filharada para uma casa nova. Chegando lá, a cadela deles se recusa a entrar, mas eles ignoram o “aviso” canino. Até o momento em que duas das filhas começam a relatar que estão “vendo coisas” e estranhos hematomas vão surgindo no corpo da mãe. Certa de que alguma coisa ruim está rolando e pode piorar, ela entra em contato com os paranormais famosos, que após uma visita ao local, descobrem que um mau terrível está a espreita todos. Chegou a hora do amor da família ser colocado à prova. Ele é assustador de um jeito sombrio e longe do comum.

Guerra Mundial Z; Um filme sobre zumbis com Brad Pitt de protagonista fica fácil de ser apreciado. Uma terrível e misteriosa doença se espalha pelo mundo, transformando as pessoas em uma espécie de zumbis. A velocidade do contágio é impressionante e logo o Governo americano recruta um ex-investigador da ONU (Organização das Nações Unidas) para investigar o que pode estar acontecendo e assim salvar a humanidade, tendo em vista que as previsões são as mais catastróficas possíveis. Gerry Lane (Brad Pitt) tinha optado por dedicar mais tempo a sua esposa Karen (Mireille Enos) e as filhas, mas seu amor a pátria e o desejo de salvar sua família acabam contribuindo para que ele tope a missão. Agora, ele precisa percorrer o caminho inverso da contaminação para tentar entender as causas ou, ao menos, identificar uma maneira de conter o contágio até que se descubra uma cura antes do  apocalipse. Começa uma verdadeira corrida contra o tempo, que se mostra cada vez mais curto, na medida em que a população de humanos não para de diminuir. 

7

A garota ideal; Um filme triste, que impacta. E conta com Ryan Gosling como protagonista, um ator que adoro. Lars Lindstrom (Ryan) é um homem tímido e introvertido, que vive na garagem de seu irmão mais velho, Gus (Paul Schneider), e sua cunhada Karin (Emily Mortimer). Lars apenas acompanha o desenrolar de sua vida, sem se mexer para algo. Até que um dia ele encontra Bianca, uma missionária religiosa, através da internet. O problema é que para as pessoas Bianca não é alguém real, mas a réplica de uma mulher, feita de silicone. Só que Lars acredita piamente que ela é um ser humano, o que faz com que se torne seu apoio emocional. Preocupados, Gus e Karin decidem procurar o conselho de uma psicóloga, que recomenda que concordem com Lars enquanto ele lida com seus problemas pessoais.

De encontro com amor; Confesso que assisti a esse filme só por causa do Joshua e achei fraco. Mas ainda sim, trata-se de uma comédia romântica bonitinha. Jeremy Taylor (Joshua Jackson) é um jovem escritor que está à procura de seu ídolo, Weldon Parish (Harvey Keitel). Parish vive atualmente recluso, decisão que tomou após passar por um grave bloqueio criativo. Jeremy consegue encontrá-lo no interior da Itália e, após uma resistência inicial, consegue se aproximar e tornar-se seu amigo. Parish passa então a lhe dar ensinamentos para que possa lapidar seu talento, ao mesmo tempo em que Jeremy se apaixona por Isabella (Claire Forlani), filha de seu mestre.

Por hoje, é isso 🙂